Descendants of Satan
As cold as the silence
Embracing this world
In the hour of power exposed.
Frozen stars that enlightens
Infernal art of black, magic profound.
Ingratiating darkness conquering
Mortal minds forlorn, sadistic ideas art born.
Ecstatic exitement misanthropically,
Fullbread descendants of Satan art we...
worthy of being hated by God.
The order of chaos hast taken control,
Enchanting the wisdom of man.
Blossoming seeds of a dark intellect,
By the hands of God untouched.
Heretic outcasts of Heaven ravaging
The mortal realm for centuries of darkness to come.
Like wolves among sheep in christian
Herds upon tender souls shalt feast,
praising the art of gluttony.
Fullmoon light reflecting cruelty morbid,
a ruthless hangmans grunt to pathetic pleads.
Black roses flourishing in beads of
melting snow, telling tales of purity
Lost from which they grow.
Greatness beyond measurement swaddled
In eternal darkness overpowering
Heavenly forces in desperate struggle for light.
I descended from the beast, a heritage divine.
Forever faithful... I worship.
Prince of darkness, origin of all,
In awe I kneel before thee.
As cold as the silence embracing this world
In the hour of power exposed.
Frozen stars that enlightens minions
That art bound to him... the one who bless the night.
Genesis torn to unholy fragments
Scattered in darkness opaque.
Before the fading image of a fallen regent divine,
diabolical mayhem mystique.
May death take away those unwilling
To fight for the ancestor's kingdom of might.
May the nights unholy spirits arise...
Breeds out of Hell in nocturnal disguise.
Written gospels profane for pagan souls to preach,
fading celestial lies.
Disintegrated remains of beauty abhor...
An angel's face with the Devil's eyes.
We bleed for thee...
Descendentes de Satã
Tão frio quanto o silêncio
Abraçando este mundo
Na hora do poder exposto.
Estrelas congeladas que iluminam
A arte infernal do negro, magia profunda.
A escuridão ingrata conquistando
Mentes mortais perdidas, ideias sádicas nascem.
Excitação extática misantrópica,
Descendentes plenos de Satã somos...
Dignos de ser odiados por Deus.
A ordem do caos tomou o controle,
Encantando a sabedoria do homem.
Sementes florescendo de um intelecto sombrio,
Pelas mãos de Deus intocadas.
Heréticos excluídos do Céu devastando
O reino mortal por séculos de escuridão que virá.
Como lobos entre ovelhas em
Rebanhos cristãos sobre almas frágeis se fartarão,
Louvando a arte da glutonaria.
A luz da lua cheia refletindo a crueldade mórbida,
um grunhido implacável do carrasco para súplicas patéticas.
Rosas negras florescendo em contas de
Neve derretendo, contando histórias de pureza
Perdida da qual elas crescem.
Grandeza além da medida envolta
Na escuridão eterna dominadora
Forças celestiais em luta desesperada por luz.
Eu desci da besta, uma herança divina.
Para sempre fiel... eu adoro.
Príncipe das trevas, origem de tudo,
Em admiração eu me ajoelho diante de ti.
Tão frio quanto o silêncio abraçando este mundo
Na hora do poder exposto.
Estrelas congeladas que iluminam os minions
Que estão ligados a ele... aquele que abençoa a noite.
Gênesis rasgado em fragmentos profanos
Espalhados na escuridão opaca.
Diante da imagem desvanecente de um regente caído,
O misticismo do caos diabólico.
Que a morte leve aqueles que não estão dispostos
A lutar pelo reino ancestral de poder.
Que os espíritos profanos das noites se levantem...
Nascidos do Inferno em disfarce noturno.
Evangelhos escritos profanos para almas pagãs pregarem,
mentiras celestiais desvanecendo.
Restos desintegrados de beleza abominam...
O rosto de um anjo com os olhos do Diabo.
Nós sangramos por ti...