In Majorem Sathanas Gloriam
I lay my life in thy hands,
Knowing well I shalt not be reborn.
My souls eternal rest so far from Heaven,
In desgrace...forlorn.
My eyes art blinded
By the darkness that I see.
My cries for light, that echoes
Through the netherworld, unheard by...thee.
I am forever doomed,
falling from the grace of God.
Forever patient in thy search
For lost souls once kept within the
Minds of earthborn men.
Witnessed by none but a moon shining bright,
As thou let thy blackened
shadow cast down upon
the scattered remains of sacred creations...
With the mercy of hungry
wolves in search of prey.
Look down upon this humble flesh,
thou greatest of all,
as I sacrifice my life.
Memories from another time...
Memories from another life,
Eating my mind, stealing the light.
For I have gazed into thy eyes in my dreams,
From visions of thy empire as night
I have seen my flesh decay.
Misty holograms of evil acts,
Wherein dark raven eyes
Art watching over deeds of heinousity,
Is all I see.
Once loved, now forsaken
By the lord I served,
left to the mercy of untamed beasts of the night.
I see my past and future
Dressed in black,
as thou art what hast been and eternally shalt be.
I lay upon thy altar of darkness...
Embraced by the deamons of the night.
I feel the cold touch of death...
I see my flesh decay.
Para a Maior Glória de Satanás
Eu coloco minha vida em suas mãos,
Sabendo bem que não serei renascido.
Meu descanso eterno tão longe do Céu,
Em desgraça...abandonado.
Meus olhos estão cegos
Pela escuridão que vejo.
Meus gritos por luz, que ecoam
Pelo submundo, não ouvidos por...você.
Estou eternamente condenado,
caindo da graça de Deus.
Eternamente paciente em sua busca
Por almas perdidas que um dia estiveram dentro dos
Pensamentos de homens nascidos da terra.
Testemunhado por ninguém além de uma lua brilhante,
Enquanto você deixa sua sombra negra
Cair sobre
Os restos dispersos de criações sagradas...
Com a misericórdia de lobos famintos
Em busca de presa.
Olhe para esta carne humilde,
você, o maior de todos,
Enquanto eu sacrifico minha vida.
Memórias de outro tempo...
Memórias de outra vida,
Consumindo minha mente, roubando a luz.
Pois eu olhei em seus olhos nos meus sonhos,
Das visões do seu império enquanto a noite
Eu vi minha carne apodrecer.
Hologramas nebulosos de atos malignos,
Onde olhos de corvo escuros
Estão vigiando atos de atrocidade,
É tudo o que vejo.
Uma vez amado, agora abandonado
Pelo senhor que servi,
Deixado à mercê de bestas indomadas da noite.
Vejo meu passado e futuro
Vestidos de negro,
Pois você é o que foi e eternamente será.
Eu me deito sobre seu altar de escuridão...
Abraçado pelos demônios da noite.
Sinto o toque frio da morte...
Vejo minha carne apodrecer.