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Encruzilhada

Diana Navarro

Encrucijada

En la encrucijada de un viejo querer
Estoy amarrada, muriendo de sed
En la encrucijada de otro nuevo amor
Estoy deseada y digo que no

En la encrucijada de un viejo querer
Estoy amarrada, muriendo de sed
En la encrucijada de otro nuevo amor
Estoy deseada y digo que no

(Que no, que no, que no, que no)
(Que no, que no, que no, que no, que no)

En la encrucijada de un viejo querer
Estoy amarrada, muriendo de sed
En la encrucijada de otro nuevo amor
Estoy deseada y digo que no

Y digo que no (Y digo que no)

Qué te pasa dice, que te vuelves loca
Y por no decirle qué piensas, en otro, te muerdes la boca
El pobre se alegra de verte feliz
Y el otro se piensa que porque te acosa te hace sufrir

En la encrucijada de un viejo querer
Estoy amarrada, muriendo de sed
En la encrucijada de otro nuevo amor
Estoy deseada y digo que no

En la encrucijada de un viejo querer
Estoy amarrada, muriendo de sed
En la encrucijada de otro nuevo amor
Estoy deseada y digo que no

(Que no, que no, que no, que no)

Al que está mirando debo de decirle
Que le estoy amando, pero es imposible
Y al que ya no amo, le confesaré
Que aunque esté en sus manos

Que aunque esté en sus manos
No vivo por él

Qué te pasa dice, que te vuelves loca
Y por no decirle qué piensas, en otro, te muerdes la boca
El pobre se alegra de verte feliz
Y el otro se piensa que porque te acosa te hace sufrir

(Que no, que no, que no, que no, que no)
(Que no, que no, que no, que no, que no)
(Que no, que no, que no, que no, que no)
(Que no, que no, que no, que no, que no)

Ah, ah, ah, ah
(Que no, que no, que no, que no, que no) Uh, uh-uh
(Que no, que no, que no, que no, que no) Uh-uh-uh, uh-uh-uh
(Que no, que no, que no, que no, que no)
(Que no, que no, que no, que no, que no)

Encruzilhada

Na encruzilhada de um antigo desejo
Estou amarrada, morrendo de sede
Na encruzilhada de um novo amor
Estou desejada e digo que não

Na encruzilhada de um antigo desejo
Estou amarrada, morrendo de sede
Na encruzilhada de outro novo amor
Estou desejada e digo que não

(Que não, que não, que não, que não)
(Que não, que não, que não, que não, que não)

Na encruzilhada de um antigo desejo
Estou amarrada, morrendo de sede
Na encruzilhada de outro novo amor
Estou desejada e digo que não

E digo que não (E digo que não)

O que acontece, diz, que você está ficando louca
E por não dizer o que pensa, em outro, morde a boca
O pobre se alegra em te ver feliz
E o outro pensa que porque te assedia te faz sofrer

Na encruzilhada de um antigo desejo
Estou amarrada, morrendo de sede
Na encruzilhada de outro novo amor
Estou desejada e digo que não

Na encruzilhada de um antigo desejo
Estou amarrada, morrendo de sede
Na encruzilhada de outro novo amor
Estou desejada e digo que não

(Que não, que não, que não, que não)

Ao que está olhando devo dizer
Que estou amando, mas é impossível
E ao que não amo mais, confessarei
Que embora esteja em suas mãos

Que embora esteja em suas mãos
Não vivo por ele

O que acontece, diz, que você está ficando louca
E por não dizer o que pensa, em outro, morde a boca
O pobre se alegra em te ver feliz
E o outro pensa que porque te assedia te faz sofrer

(Que não, que não, que não, que não, que não)
(Que não, que não, que não, que não, que não)
(Que não, que não, que não, que não, que não)
(Que não, que não, que não, que não, que não)

Ah, ah, ah, ah
(Que não, que não, que não, que não, que não) Uh, uh-uh
(Que não, que não, que não, que não, que não) Uh-uh-uh, uh-uh-uh
(Que não, que não, que não, que não, que não)
(Que não, que não, que não, que não, que não)

Composição: Felix Alberto Aguirre Obredor / Elsa Alicia Sunel Canzonieri