Cuando Baja La Marea
Aire, en esta linda tarde de verano
tu recuerdo es una foto gris, que las horas
ban difuminando, que dificil dibujar tus rasgos
medio dia despues de partir.
Aire si tus ojos eran higos negros,
si los dientes viejos de limon
no recuerdo el largo de tus sejas
nisiquiera puedo ablar apenas de otra cosa
que no sea tu holor.
La mente cuando baja la marea
por puro instinto de conservacion intento cauterisar cada
huella que deja atras el paso del amor.
La mente cuando baja la marea
buscando la esculptura del dolor activo un
macanismo de defensa para
que no se aoge el carazon.
Bello, con tu perfecto perfil tan libreo
desalineado lleno de projectos hombros
cargados y zapatos viejos,
la mente cuando baja la marea por puro instinto
de conservacion intento cauterizar cada huello
que deja atras el paso del amor
la mente cuando baja la marea buscando la esculptura
del dolor activo un mecanismo de defensa
para que no se aoge el corazon.
Aire (me falta el aire) en esta linda tarde
de verano (no logro describirte)
tu recuerdo es una foto gris (apenas perfilada)
que las horas ban difuminando(oh, no)
Aire (intento dibujar)
Mientras me espero casi ya no puedo
(por mucho que lo intento)
Que dificil es reconoser
(con todo lo que eh amado)
que no me has dejado apenos huella
Aire, ahora cuando baja la marea
y el naufrajo ya es total, que pena.
Quando a Maré Baixa
Ar, nesta linda tarde de verão
sua lembrança é uma foto cinza, que as horas
vão desbotando, que difícil desenhar seus traços
meio dia depois de partir.
Ar, se seus olhos eram figos pretos,
se os dentes velhos de limão
não lembro o comprimento das suas sobrancelhas
nem consigo falar quase de outra coisa
que não seja seu cheiro.
A mente, quando a maré baixa
por puro instinto de conservação, tento cauterizar cada
marca que o amor deixa para trás.
A mente, quando a maré baixa
buscando a escultura da dor, ativo um
mecanismo de defesa para
que o coração não se afogue.
Belo, com seu perfil perfeito tão livre
desleixado, cheio de projetos, ombros
carregados e sapatos velhos,
a mente, quando a maré baixa, por puro instinto
de conservação, tento cauterizar cada marca
que o amor deixa para trás.
A mente, quando a maré baixa, buscando a escultura
da dor, ativo um mecanismo de defesa
para que o coração não se afogue.
Ar (me falta o ar) nesta linda tarde
de verão (não consigo te descrever)
sua lembrança é uma foto cinza (mal definida)
que as horas vão desbotando (oh, não)
Ar (tento desenhar)
Enquanto me espero, quase não consigo
(por mais que tente)
Que difícil é reconhecer
(com tudo que eu amei)
que você não deixou quase nenhuma marca.
Ar, agora quando a maré baixa
e o naufrágio já é total, que pena.