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Sacrilégio

Diave

Sacrilege

deterioration comes...
(...see my blood going down from my wrists
through the palms of my hands into the silent, dark body of eternity...)
...undying

oh, this sacrilege
thy scream splits the night like a shattered glass
the velvet sky above with a smile of a pestilence
the forgotten single squeal turns into the squeal of mass
madness
violence

who am i dying for
(see your dying truth)
in whose behalf have i been chosen to be dead
(in the name of diave)
the silent drop of revenge on my lips tasted so sweet
and waiting for death is worse than death itself

...burn my body let the dust fly...

as their touch brands myself
by the sign of the hells
i forfeit my mind as mad
as their voice taunts the land
that's when the pain passes away
i forswear my faith as beastly asp
as their breath outcasts the stars
from the skies one by one
i forsake my soul as dead
as their look melts the ice
having the flood drown the skies
i forget my world as swept away

sacrilege
amid a monstrous din out of nowhere
the mind is only its own beautiful prisoner
just as day dissolved in primeval silence and sun's grave
impassable chasm
psyche's death

who am i dying for
(see your dying truth)
in whose behalf have i been chosen to be dead
(in the name of diave)
the silent drop of revenge on my lips tasted so sweet
and waiting for death is worse than death itself

...burn my body let the dust fly...

tormented bodies lie waiting now to die
blowing pages of holy books and morticans bloodshot
oh, and death creeps so slow
(in the name of diave)

Sacrilégio

a deterioração vem...
(...veja meu sangue escorrendo dos meus pulsos
pelas palmas das minhas mãos para o corpo silencioso e escuro da eternidade...)
...imortal

oh, este sacrilégio
tu grito rasga a noite como um vidro quebrado
o céu de veludo acima com um sorriso de peste
o esquecido grito solitário se transforma no grito da massa
loucura
violência

por quem estou morrendo
(veja sua verdade morrendo)
por quem fui escolhido para estar morto
(em nome do diabo)
a gota silenciosa de vingança nos meus lábios tinha um gosto tão doce
e esperar pela morte é pior do que a própria morte

...queimem meu corpo, deixem a poeira voar...

como o toque deles marca a mim
pelo sinal dos infernos
eu renuncio minha mente como um louco
como a voz deles provoca a terra
é quando a dor desaparece
eu renuncio minha fé como uma asp bestial
como o hálito deles expulsa as estrelas
do céu uma a uma
eu abandono minha alma como morta
como o olhar deles derrete o gelo
fazendo a inundação afogar os céus
eu esqueço meu mundo como se levado embora

sacrilégio
em meio a um ruído monstruoso do nada
a mente é apenas sua própria bela prisioneira
assim como o dia se dissolveu em um silêncio primitivo e o túmulo do sol
abismo intransponível
morte da psique

por quem estou morrendo
(veja sua verdade morrendo)
por quem fui escolhido para estar morto
(em nome do diabo)
a gota silenciosa de vingança nos meus lábios tinha um gosto tão doce
e esperar pela morte é pior do que a própria morte

...queimem meu corpo, deixem a poeira voar...

corpos atormentados estão esperando agora para morrer
folhas de livros sagrados soprando e o sangue dos mortos
oh, e a morte se arrasta tão devagar
(em nome do diabo)

Composição: