Unliving
Of course! Of course the virus is both unliving and alive
The corpse that was osiris is reassembled and revived
Alone, in isolation: A spell unspoke, a word unread
In flesh, in populations: Revitalized to spawn again
Spirit waning, color draining
Suddenly locked inside a tomb and suffocating
Watching clocks and x-ing boxes
Waiting to shed your self-control and get intoxicated
Dormant king restored to sing
Songs of hope for dying things
As slaves to our seclusion
The months are yawning into years
This dust only resembling life
A formula for hopes and fears
In each of us osiris rises to sire his revenge
A plague infecting paradise
An incantation of the end
Não Vivo
Claro! Claro que o vírus é tanto não vivo quanto vivo
O corpo que era Osíris está refeito e revivido
Sozinho, em isolamento: Um feitiço não falado, uma palavra não lida
Em carne, em populações: Revitalizado para gerar de novo
Espírito minguando, cor drenando
De repente trancado dentro de um túmulo e sufocando
Assistindo relógios e marcando caixas
Esperando se livrar do autocontrole e ficar chapado
Rei adormecido restaurado para cantar
Canções de esperança para coisas morrendo
Como escravos da nossa solidão
Os meses se arrastam em anos
Essa poeira só se parecendo com vida
Uma fórmula para esperanças e medos
Em cada um de nós, Osíris se levanta para vingar-se
Uma praga infectando o paraíso
Uma invocação do fim