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Corvo

Die So Fluid

Raven

Rivers reverse to welcome him.
The unnamed prince, the raven king.
In his red courtyard corpses swing
To the rhythm of the chaos that he brings with him.

Sky will speak with earth and stone.
Calculate his safe return.
From the sea will rise his throne.

Angels of mist guide his ships in.
All compasses are set to spin.
His schemes tattooed upon the skin
Of those who serve beneath his velvet wing.

Sky will speak with earth and stone.
Calculate his safe return.
From the sea will rise his throne.

Birds ride across the sky, circling.
Fingers in the trees beckoning
For his sweet return, the quickening.
Clouds paint an amulet of summoning.
And we will summon him.
And we will summon him.
We will summon him.

Sky will speak with earth and stone.
Calculate his safe return.
From the sea will rise his throne.
And we will summon him.
And we will summon him.
We will summon him.

Corvo

Os rios voltam para recebê-lo.
O príncipe sem nome, o rei corvo.
Em seu pátio vermelho, os corpos balançam
Ao ritmo do caos que ele traz consigo.

O céu vai falar com a terra e a pedra.
Calcule seu retorno seguro.
Do mar surgirá seu trono.

Anjos de névoa guiam seus navios.
Todas as bússolas estão girando.
Seus planos tatuados na pele
De quem serve sob sua asa de veludo.

O céu vai falar com a terra e a pedra.
Calcule seu retorno seguro.
Do mar surgirá seu trono.

Pássaros cruzam o céu, circulando.
Dedos nas árvores acenando
Por seu doce retorno, a aceleração.
Nuvens pintam um amuleto de convocação.
E nós o convocaremos.
E nós o convocaremos.
Nós o convocaremos.

O céu vai falar com a terra e a pedra.
Calcule seu retorno seguro.
Do mar surgirá seu trono.
E nós o convocaremos.
E nós o convocaremos.
Nós o convocaremos.

Composição: