Ojos Para Alma
Que tus manos resbalan las bajas frecuencias
Repletando los espacios vacíos
De locura, de alma densa, melodías etéreas
Que tus ojos me vean nocturnos, profundos
Como las noches de escenarios incógnitos
Intensa luz femenina, universo infinito
Que no te abandone la Luna
Que siempre se acurruque bajo tus párpados
Para que atravieses el sendero, mi unicornio solitario
Que siempre tengas ojos en el alma
Y así ver cómo tus sueños se encarnan
Que mires al sonido que se aleja
Para esconderse en diminutas cavernas
Que tus noches se vistan de estrellas
Y en tu camino te guíes por ellas
Que siempre mires a los ojos de quien amas
Traigo en mis manos ojos para alma
Que no tengas que mirar recuerdos
Que no tengas que escuchar paisajes
Que tus manos no falten fríos muros
Que tus pies sean dueños de tus calles
Que tu atmósfera no sea penetrable
Que un cerebro no sea la prisión de tu tiempo
Que no te imagines los rostros del mundo
Que no preguntes a extraños para encontrarte
Que siempre tengas ojos en el alma
Y así ver cómo tus sueños se encarnan
Que mires al sonido que se aleja
Para esconderse en diminutas cavernas
Que tus noches se vistan de estrellas
Y en tu camino te guíes por ellas
Que siempre mires a los ojos de quien amas
Traigo en mis manos ojos para alma
Ojos para alma
Ojos para alma
Que tus manos pongan lipstick en tus labios
Y salgas a ver el vuelo de tus libélulas
Y salgas a ver el vuelo de tus libélulas
Y salgas a ver el vuelo de tus libélulas
Y salgas a ver el vuelo de tus libélulas
Y salgas a ver el vuelo de tus libélulas
Y salgas a ver el vuelo de tus libélulas
Olhos Para a Alma
Que suas mãos deslizem nas baixas frequências
Preenchendo os espaços vazios
De loucura, de alma densa, melodias etéreas
Que seus olhos me vejam noturnos, profundos
Como as noites de cenários incógnitas
Intensa luz feminina, universo infinito
Que a Lua não te abandone
Que sempre se aninhe sob suas pálpebras
Para que você atravesse o caminho, meu unicórnio solitário
Que você sempre tenha olhos na alma
E assim veja como seus sonhos se encarnam
Que olhe para o som que se afasta
Para se esconder em diminutas cavernas
Que suas noites se vistam de estrelas
E em seu caminho você se guie por elas
Que você sempre olhe nos olhos de quem ama
Trago em minhas mãos olhos para a alma
Que você não precise olhar para lembranças
Que você não precise escutar paisagens
Que suas mãos não faltem em frios muros
Que seus pés sejam donos de suas ruas
Que sua atmosfera não seja penetrável
Que um cérebro não seja a prisão do seu tempo
Que você não imagine os rostos do mundo
Que você não pergunte a estranhos para se encontrar
Que você sempre tenha olhos na alma
E assim veja como seus sonhos se encarnam
Que olhe para o som que se afasta
Para se esconder em diminutas cavernas
Que suas noites se vistam de estrelas
E em seu caminho você se guie por elas
Que você sempre olhe nos olhos de quem ama
Trago em minhas mãos olhos para a alma
Olhos para a alma
Olhos para a alma
Que suas mãos coloquem batom em seus lábios
E você saia para ver o voo de suas libélulas
E você saia para ver o voo de suas libélulas
E você saia para ver o voo de suas libélulas
E você saia para ver o voo de suas libélulas
E você saia para ver o voo de suas libélulas
E você saia para ver o voo de suas libélulas