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Parasita

Diego Navas

Parásito

He tejido para ti
Un abrigo con pedazos de mi piel
Hay en tu sudor
Anestesia que me aleja del dolor

¡Abrázame!
Hasta romperme los huesos

Asfixiame en tu boca
Bésame no me dejes respirar
Déjame lamer
De tus pechos esa miel que endulza mi interior

Cuando bajo mis pies
Se abre el abismo de siempre
Tú apareces con tus alas y me llevas lejos
Cuando la atmósfera azul se torna gris
Tú siempre estás ahí para hacerme sentir que todo
Todo marcha bien

Te enseñaré a vivir
Como un parásito dentro de mi ser
Aliméntate de mi
Y así también dentro de ti habitaré

Cuando bajo mis pies
Se abre el abismo de siempre
Tú apareces con tus alas y me llevas lejos
Cuando la atmósfera azul
Se torna gris
Tú siempre estás ahí para hacerme sentir que todo
Todo marcha bien

Cuando bajo mis pies
Se abre el abismo de siempre
Tú apareces con tus alas y me llevas lejos
Cuando la atmósfera azul se torna gris
Tú siempre estás ahí para hacerme sentir que todo
Todo marcha bien

Parasita

Eu tricotei para você
Um casaco com pedaços da minha pele
Há no seu suor
Anestesia que me afasta da dor

Abrace-me!
Até meus ossos quebrarem

Me sufoque em sua boca
Beije-me, não me deixe respirar
deixe-me lamber
Dos seus seios aquele mel que adoça meu interior

Quando eu coloco meus pés no chão
O abismo habitual se abre
Você aparece com suas asas e me leva embora
Quando a atmosfera azul fica cinza
Você está sempre lá para me fazer sentir que tudo
Tudo está indo bem

Eu vou te ensinar como viver
Como um parasita dentro do meu ser
alimente-se de mim
E assim também dentro de você habitarei

Quando eu coloco meus pés no chão
O abismo habitual se abre
Você aparece com suas asas e me leva embora
Quando a atmosfera azul
Fica cinza
Você está sempre lá para me fazer sentir que tudo
Tudo está indo bem

Quando eu coloco meus pés no chão
O abismo habitual se abre
Você aparece com suas asas e me leva embora
Quando a atmosfera azul fica cinza
Você está sempre lá para me fazer sentir que tudo
Tudo está indo bem

Composição: Diego Navas