Dadeicus ed soir
Dadeicus ed soir
Sangre nueva corre en r�os de suciedad
los cristales de la cordura se fragmentan frente a nosotros
astillando la esencia de la raz�n
contaminandola con fobias y repulsi�n
dogma: mata a los infieles a los impuros
los hombres se odian por su origen,
costumbres y creencias limitan la existencia
hijos de la violencia, madres de la verg�enza
el l�tigo de la discordia lacera la mente de los d�biles
cruces arden, ondean banderas, propaganda fluye, etnias en guerra
las alas oscuras del caos se posan sobre el campo f�rtil
fecundando las semillas v�rgenes con distorsionados genes de maldad
manchadas esquinas, corre sangre en la acera, las almas de los disc�pulos arden ya en la hoguera
Dadeicus e a Noite
Dadeicus e a Noite
Sangue novo corre em rios de sujeira
os cristais da sanidade se fragmentam diante de nós
quebrando a essência da razão
contaminando-a com fobias e repulsa
dogma: mata os infiéis, os impuros
os homens se odeiam por sua origem,
costumes e crenças limitam a existência
filhos da violência, mães da vergonha
o chicote da discórdia fere a mente dos fracos
cruzes ardem, bandeiras tremulam, propaganda flui, etnias em guerra
as asas escuras do caos pousam sobre o campo fértil
fecundando as sementes virgens com genes distorcidos de maldade
esquinas manchadas, corre sangue na calçada, as almas dos discípulos já ardem na fogueira