Cocodrilo
No soy idiota, esto lo elijo
Voy a chupar el filo del cuchillo
Estoy bajando, cayendo al fondo
Espiraleando en un círculo vicioso, no
No, no, no, no, no
Pagué la multa, salté al pozo
Subí al auto y choqué a propósito
Maté un pájaro con dos tiros
Peiné un lagarto enfrente de los cocodrilos
Mucho quilombo, malentendidos
Vos no te metas, problema mío
Solo Dios sabe qué va a pasar conmigo
Pero este cuerpo Se lo entrego destruido, uah
De vez en cuando me hace falta un golpe
Algún mal viaje necesario
Salté en clavado encima de un resorte
Miré al vacío y me devolvió
Rompo relojes a diario
Yo soy la estrella de mi propio escenario
La calesita, un sube y baja
Tomarse un Viagra para hacerse bien la paja
Siento miradas de gente sin párpados
Línea delgada delineada con marcador
Cóctel berreta, tragos amargos
Tabiques rotos aplastados contra el mármol
Somos un asco, es un escándalo
Vení, agarrá y meté la mano en mi pantalón
Sé lo que valgo y a dónde salgo
Pero esta noche vine a contagiarme algo
De vez en cuando me hace falta un golpe
Algún mal viaje necesario
Salté en clavado encima de un resorte
Miré al vacío y me devolvió
De vez en cuando me hace falta un golpe
Algún mal viaje necesario
Salté en clavado encima de un resorte
Miré al vacío y me devolvió
De vez en cuando me hace falta un golpe
Algún mal viaje necesario
Salté en clavado encima de un resorte
Miré al vacío y me devolvió
Crocodilo
Não sou idiota, isso eu escolho
Vou lamber o fio da faca
Tô descendo, caindo lá no fundo
Girando em espiral num círculo vicioso, não
Não, não, não, não, não
Paguei a multa, pulei no poço
Entrei no carro e bati de propósito
Matei um coelho com duas cajadadas
Penteei um lagarto na frente dos crocodilos
Confusão demais, mal-entendidos
Não se mete, o problema é meu
Só Deus sabe o que vai acontecer comigo
Mas vou entregar esse corpo destruído pra Ele, uá
De vez em quando eu preciso de um baque
Uma bad trip necessária
Mergulhei de cabeça em cima de uma mola
Olhei pro abismo e ele olhou de volta pra mim
Quebro relógios todo dia
Eu sou a estrela do meu próprio palco
O carrossel, uma gangorra
Tomar Viagra pra bater uma boa punheta
Sinto olhares de gente sem pálpebras
Linha fina desenhada com marcador
Coquetel vagabundo, bebidas amargas
Septos quebrados esmagados contra o mármore
Somos nojentos, é um escândalo
Vem, pega e enfia a mão na minha calça
Sei o que valho e onde estou me metendo
Mas hoje à noite eu vim me contagiar com alguma coisa
De vez em quando eu preciso de um baque
Uma bad trip necessária
Mergulhei de cabeça em cima de uma mola
Olhei pro abismo e ele olhou de volta pra mim
De vez em quando eu preciso de um baque
Uma bad trip necessária
Mergulhei de cabeça em cima de uma mola
Olhei pro abismo e ele olhou de volta pra mim
De vez em quando eu preciso de um baque
Uma bad trip necessária
Mergulhei de cabeça em cima de uma mola
Olhei pro abismo e ele olhou de volta pra mim
Composição: Fermin, Dillom, Franco Dolzani, Bernardo Ferrón, Eugenio García Carlés