Malo
Soy de donde nunca fui y estoy siempre por llegar
De matar o morir, aunque a veces mendigar
De dormirme a las seis, por lo que no me das
Y no saberte decir, que un beso no me haría nada mal
No me darías eso que me hace tan bien
Si es que la noche nos empieza a conmover
Y nos convence que lo malo nunca es tan malo, tan malo.
A la luz de una luz que nunca brillará
Se desnuda y se ve que no hay más nada que hablar
Y nunca hay dos sin tres, siempre por debilidad
Y se vuelve a creer en cosas que no cambian nunca más.
No me darías eso que me hace tan bien
Aunque más sea hasta que empiece a amanecer
Y ya veremos ya veremos, ya veré
Si es que quedamos a mano.
Malo
Sou de onde nunca fui e tô sempre pra chegar
De matar ou morrer, mesmo que às vezes mendigar
De dormir às seis, pelo que você não me dá
E não saber te dizer, que um beijo não me faria mal nenhum
Você não me daria isso que me faz tão bem
Se a noite começa a nos tocar
E nos convence que o ruim nunca é tão ruim, tão ruim.
À luz de uma luz que nunca vai brilhar
Ela se despede e vê que não há mais nada pra falar
E nunca há dois sem três, sempre por fraqueza
E se volta a acreditar em coisas que nunca mudam mais.
Você não me daria isso que me faz tão bem
Mesmo que seja até o sol raiar
E já veremos, já veremos, já vou ver
Se a gente fica quites.