Venom Leech & The Hands Of Rain
Flawless
Your pure elitist cult looks so flawless now
The conception of annihilation
I'm a sinner without cause an aberration
Unbound
Blackness lays her wings on me
The mirror lies but I stand still
I hammer the nails inside
The burning chaos of my mind
Feel it flow
Feel it blow
Feel it rage inside your heart
Feel it turn
Feel it burn
Nothing's left to tear apart
Burn you
See me burn
You feel me burn
Beneath the rays of a colder sun
Burning ice and velvet rain
(I know I have to die for)
Falling from the liar's den
(Get rid of all this sorrow)
Begging for
The hands of rain
(You know you have to die for)
A venom leech is what I am
(Inside I feel so hollow)
Self-deceive your brain
Crawling in the corner of your brain
Impostor
Guess what I am
Guess is what I've always been
So disgusted by this world yet I feel it crawling underneath
You feed my wrath and heal my fury
Turn me to the beast I despise
Rain of glass
Nails of fear
Winds of hatred
Gather here
Cold emotions
Turn to dust
All the shit you worship
I distrust
I can't have enough of burning hatred
Shape my wings in blood and anger
I feel it flow
And serves me right
There's nothing left inside of me
Sanguessuga Venenosa e As Mãos da Chuva
Perfeita
Seu culto elitista puro parece tão perfeito agora
A concepção da aniquilação
Sou um pecador sem causa, uma aberração
Sem amarras
A escuridão estende suas asas sobre mim
O espelho mente, mas eu fico parado
Eu martelo os pregos dentro
O caos ardente da minha mente
Sinta fluir
Sinta soprar
Sinta a fúria dentro do seu coração
Sinta girar
Sinta queimar
Nada mais resta pra despedaçar
Queime você
Veja-me queimar
Você me sente queimar
Sob os raios de um sol mais frio
Gelo ardente e chuva de veludo
(Sei que tenho que morrer por isso)
Caindo da toca do mentiroso
(Desfaça-se de toda essa tristeza)
Implorando por
As mãos da chuva
(Você sabe que tem que morrer por isso)
Uma sanguessuga venenosa é o que sou
(Por dentro me sinto tão vazio)
Engane sua mente
Rastejando no canto da sua mente
Impostor
Adivinha o que sou
Adivinha o que sempre fui
Tão enojado por este mundo, ainda sinto rastejar por baixo
Você alimenta minha ira e cura minha fúria
Transforma-me na besta que desprezo
Chuva de vidro
Pregos de medo
Ventos de ódio
Reúnam-se aqui
Emoções frias
Transformam-se em pó
Toda a merda que você adora
Eu desconfio
Não consigo me saciar de ódio ardente
Moldar minhas asas em sangue e raiva
Sinto fluir
E me serve bem
Não resta nada dentro de mim