Sodomic Baptism
Pungent and viscose malignant inception
For this inhuman new borning mess
Consumed gnawing entrails
Desecrating our perverse cultive from this grave
Necromanic years passed in delight
For eating, embalming and doping
The inhume soils that we left in slags
Decrepit joy by open wide tracts
Of the little fermenting recently baptizeds
Utter necrophilic nocturnal impiety
Storming diabolic is the search
Sodomic baptism
For necrophilic exhuming lust
Sodomic baptism
Is what we create for blasphemy and total rot
Years in seeking the most putrid fume
All laid resting silent graveyards
Peace no more
To this succulent cadaverous slash
Frying on guts and vile
Caseated
Sardonicus skin flooded
Antagonistic
Demented necro sentient
To this miasmic afterbirth of gore
Smouldering evacuate
Quartering incinerate
Plundering remains of this tender sodomy
I need !
Dementia, madness allied in a pernicious aim
Morphitic grubs intrudes the post mortem domains
Slaughtering and baptizing new incubations
The reeking altar of rancid evacuations
The stiff and death rot
Ripping cold fields
Of the death
Sentenced to lurk six feet down
Where maggots and hellish creatures lives in dread
Necro narcotic rituals in xisma and vile
When our foetid floating yellowish inception
Ravenous dispute between this funeral pyre
Horrendous maze
Of grotesque womb execration
Gulping phelgmy goulash
Piquance in the pot
Through this incessant
Aborting choke
Festering grimly, torrently
On the rot
Frenzied necromancy now mangled in clots
Wrectal paroxysm
Rammed by my jaws
Foul grumming joy
In this slaughtering dawn
(repeat)
Sodomic baptism
Batismo Sodômico
Início maligno, pungente e viscoso
Para essa nova bagunça desumana
Entranhas consumidas e roídas
Profanando nosso cultivo perverso dessa cova
Anos necromânicos passaram em deleite
Por comer, embalsamar e drogar
Os solos inumanos que deixamos em lixos
Alegria decrépita por vastas aberturas
Dos pequenos recém-baptizados em fermentação
Proferindo impiedade necrofílica noturna
Tempestade diabólica é a busca
Batismo sodômico
Por luxúria necrofílica de exumação
Batismo sodômico
É o que criamos para blasfêmia e total putrefação
Anos buscando o fumo mais podre
Todos repousando em cemitérios silenciosos
Paz nunca mais
Para esse corte cadavérico suculento
Fritando em tripas e vileza
Caseificado
Pele sardônica inundada
Antagônico
Necro-sentiente demente
Para esse miasma de gore
Evacuação fumegante
Desmembramento incinerado
Saquear restos dessa tenra sodomia
Eu preciso!
Demência, loucura aliadas em um objetivo pernicioso
Larvas morfíticas invadem os domínios pós-morte
Massacrando e batizando novas incubadoras
O altar fétido de evacuações rançosas
O rígido e a podridão da morte
Rasgando campos frios
Da morte
Condenados a espreitar a seis pés de profundidade
Onde maggots e criaturas infernais vivem em terror
Rituais necro-narcóticos em xisma e vileza
Quando nossa incepção amarelada e fétida flutua
Disputa voraz entre essa pira funerária
Labirinto horrendo
De execramento grotesco do útero
Engolindo um guisado flemático
Piquant no pote
Através desse incessante
Estrangulamento abortivo
Apodrecendo de forma sombria, torrencial
Na podridão
Necromancia frenética agora retorcida em coágulos
Paroxismo retal
Enfiado por minhas mandíbulas
Alegria fétida e grumosa
Nesta aurora de massacre
(repetir)
Batismo sodômico