Cyclopean Ruins
Twisted winding valleys, dismal jagged peaks
Wretched land of old, blackened earth obscene
Swing wide the gates of aeons past
Fear grips your soul
Looming on the cliffs, far from prying eyes
Brooding elder nightmare, hidden from mankind
Carven invocations weathered with age show
Knowledge of obscenities not meant for mortal minds
The gates still gape loose on certain nights in forgotten
corners of the world and foul things of old still lurk in
the dark, shapes pent in hell
The madness creeps inside, promoting genocide
Can no longer close your eyes, for chaos has your mind
Watch with abhorrent abasement as ghostly rituals
Unfold, sowing seeds of madness
Whirling fires, raising up
Lurid tongues of flame
Evoked, from the silence of the hills
Chaotic dreams whisper darkness
The madness creeps inside, promoting genocide
No longer close your eyes
Whirling fires, raising up
Lurid tongues of flame
Evoked, from the silence of the hills
Chaotic dreams whisper darkness
Cyclopean ruins, spire of black stone
Sinister monolith, altar of nightmares
Ruínas Ciclópicas
Vales tortuosos e sinuosos, picos irregulares e sombrios
Terra miserável de outrora, terra queimada e obscena
Abra bem os portões de eras passadas
O medo aperta sua alma
Pairando nos penhascos, longe de olhares curiosos
Pesadelo antigo e sombrio, escondido da humanidade
Invocações esculpidas, desgastadas pelo tempo mostram
Conhecimento de obscenidades que não são para mentes mortais
Os portões ainda se abrem soltos em certas noites em cantos esquecidos
do mundo e coisas podres do passado ainda espreitam na
escuridão, formas aprisionadas no inferno
A loucura se infiltra, promovendo genocídio
Não dá mais para fechar os olhos, pois o caos tomou sua mente
Assista com um desprezo abominável enquanto rituais fantasmagóricos
Se desenrolam, semeando sementes de loucura
Fogo giratório, se elevando
Línguas de chamas vívidas
Evocadas, do silêncio das colinas
Sonhos caóticos sussurram escuridão
A loucura se infiltra, promovendo genocídio
Não dá mais para fechar os olhos
Fogo giratório, se elevando
Línguas de chamas vívidas
Evocadas, do silêncio das colinas
Sonhos caóticos sussurram escuridão
Ruínas ciclópicas, espiral de pedra negra
Monólito sinistro, altar de pesadelos