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A Aurora dos Mortos

Dissidium

Dawn of the Dead

Seven palms into oblivion
Rottenness tears my eyelids apart
From the blind destiny of the worms
I rise again

Taken off this fetid womb
I drain the infected blood of life
From every corner of the earth
Enlightened by the hunger of death

Your flesh, your veins, your heart
Your soul
Your brain, your bowels, your face
Your soul
Your legs, your bones, your skin
Your soul
Your eyes, your tongues, your beauty
Will rot

Deadly remains in raw flesh
Showing the deeds of pain
Throwing the fluid matter
By the moonlight I hear the chant of the
Dead

Always this beautiful disease

A Aurora dos Mortos

Sete palmas no esquecimento
A podridão rasga minhas pálpebras
Do destino cego dos vermes
Eu ressuscito novamente

Tirado deste útero fétido
Eu dreno o sangue infectado da vida
De cada canto da terra
Iluminado pela fome da morte

Sua carne, suas veias, seu coração
Sua alma
Seu cérebro, suas entranhas, seu rosto
Sua alma
Suas pernas, seus ossos, sua pele
Sua alma
Seus olhos, suas línguas, sua beleza
Vão apodrecer

Restos mortais em carne crua
Mostrando os feitos da dor
Lançando a matéria fluida
À luz da lua eu ouço o canto dos
Mortos

Sempre essa bela doença

Composição: