Miglose...
I blykæs mënuo vieèia
Tarp parvirtusiø medžiø
Nutiesdamas man kelià
Á tamsios iminties lobynà
Pulkai iknosparniø
Lydi mane mano kelyje
Ir nakties vaikai gieda
Já lovinanèius himnus
A žengiu už realybës
Su tûkstanèiø prakeiksmø
Glûdinèiø manyje
Palikæs tai kas vadinama kûnu
Lyg altas rûkas
Sklendžiu nakties tyloje su vëju
Dvelkianèiu kapø vësa
Á piktø burtø slëná
Prie altinio tryktanèio
Juodos galios srove
Mano tamsiausi trokimai
Bus patenkinti
Ir pikèiausi prakeiksmai
Paleisti kaip nuodingos strëlës
Kupinas bedievystës a semsiu
Kerø altinio imintá
Jausdamas duodama galià to
Kuris sëdi blogio soste
A esu tas kurio irdyje
Dega juodoji liepsna
Kurio burtø kardas
Kertà mirtinà smûgá
Mano kelias á burtø slëná
Á tamsios iminties lobynà
Miglose...
Névoa...
Eu caminho por entre as árvores
Transformando tudo ao meu redor
Abrindo meu caminho
Para o tesouro da memória obscura
Exércitos de sombras
Me guiam na jornada
E as crianças da noite cantam
Hinos que me levam ao leito
E eu avanço além da realidade
Com mil maldições
Que ecoam dentro de mim
Deixando para trás o que chamamos de corpo
Como uma névoa alta
Flutuo no silêncio da noite com o vento
Soprando o frio dos túmulos
Para o covil de feitiços malignos
Perante a fonte que jorra
A corrente das forças negras
Meus desejos mais sombrios
Serão realizados
E as maldições mais cruéis
Liberadas como flechas envenenadas
Cheio de impiedade, eu buscarei
A essência da fonte da magia
Sentindo o poder que vem de
Aquele que se senta no trono do mal
Eu sou aquele cuja essência
Arde com a chama negra
Cujo espada de feitiço
Desferirá um golpe mortal
Meu caminho para o covil de feitiços
Para o tesouro da memória obscura
Névoa...