Miglose
Iblykæs mænuo vieèia
Tarp pavirtusiø medžiø
Nutiesdamas man kelia
Á tamsos iminties lobynà
Pulkai iknosparniø
Lydi mane mano kelyje
Ir nakties vaikai gieda
Já lovinanèius himnus
A žengiu už realybës
Su tûkstanèiu prakeiksmø manyje
Palikæs tai, kas vadinama kûnu
Lyg altas rûkas
Sklendžiu nakties tyloje
Su vëju
Dvelkianèiu kapø vësa
Á piktø burtø slëná
Prie altinio tryktanèio
Juoda galios srove
Mano tamsiausi trokimai
Bus patenkinti
Ir pikèiausi prakeiksmai
Paleisti kaip nuodingos strëlës
Kupinas bedievystës a semsiu
Kerø altionio imintá
Jausdamas duodamà galià to
Kuris sëdiû blogio soste
A tas, kurio irdyje
Dega juodoji liepsna
Kurio burtø kardas
Kertà mirtinà smûgá
Mano kelias á burtø slëná
Á tamsos iminties lobynà
Miglose
Eu sou a sombra que se esconde
Entre as árvores transformadas
Abrindo caminho pra mim
No tesouro da memória obscura
Exércitos de criaturas
Me seguem na jornada
E as crianças da noite cantam
Hinos que me levam ao leito
E eu avanço além da realidade
Com mil maldições dentro de mim
Deixando pra trás o que chamam de corpo
Como uma névoa alta
Flutuo no silêncio da noite
Com o vento
Soprando o frio dos túmulos
Para o covil de feitiços malignos
Perante a fonte que jorra
A corrente negra do poder
Meus desejos mais sombrios
Serão realizados
E as maldições mais cruéis
Liberadas como flechas venenosas
Cheio de impiedade, eu beberei
A essência da vingança
Sentindo o poder que me é dado
Aquele que se senta no trono do mal
E aquele cuja essência
Arde com a chama negra
Cujo feitiço de espada
Desferirá um golpe mortal
Meu caminho para o covil de feitiços
No tesouro da memória obscura