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Ritual de Paz

Dissimulation

Pazadintas Ritualu

Kai ëeliai ilgëja,
tapdami juodesniais už naktá,
Naikinatys jëgos boktai
Ikyla iki dangaus,
Ir vëjø sûkuriuose nenumaldomai
Garsëja senieji užkeikimai.
A pažadintas ritualø
Ikylu i užmarties,
A keliu auktyn
Savo tamsias galias.
Mano vardas leipsnoja
Ikaltas akmenyje,
Kai tamsiøkø ratas meta
Jëgos spindulá.
tai nakties fone
Debesys formuoja mano ženklà.
O, gailesèio vergai,
Stebëkis blogio vizijà!
Gërio sodai bus palaistyti
Neapykantos lietumi!

Ritual de Paz

Quando as sombras se alongam,
Batendo na escuridão da noite,
Destruindo as torres de poder
Que sobem até o céu,
E nos redemoinhos do vento, implacavelmente
Ecoam os antigos feitiços.
E o ritual despertado
Se ergue da escuridão,
Eu subo alto
Com minhas forças sombrias.
Meu nome brilha
Gravado na pedra,
Quando o círculo das trevas lança
Os raios de poder.
No fundo da noite
As nuvens moldam meu sinal.
Oh, escravos da compaixão,
Admirem a visão do mal!
Os jardins do bem serão regados
Com a chuva do ódio!

Composição: