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Nascido do Sangue

Distant

Born of Blood

I am a damned offspring
Torn from the talons of smouldering anathema
The tragedy of the ancients
Brought upon their own sins
Back to the ashes they turn

From dust we will be reborn again
The lands hath collapsed, tremors speak of unparalleled ruin
They whisper of a misanthropist incarnate
The bell of chaos tolls once again

We are born of the blood
Made men by the blood
Undone by the blood
Our eyes are yet to open

Gaze right into the heart of the void
Be a witness to a noxious paradox
The false God no longer holds his grip firm
On the populace of all wretched
Reclaimed power connects the thread

The misanthropist incarnate
The bell of chaos tolls one last time
We are all doomed forever
All gods shall fall to the new blood
We are all doomed forever
Our eyes are open wide

We are doomed forever
Of the ancient sins we arise
Let the blood flow down the heavens
Fill your goblets and quench your thirst

The misanthropist incarnate
The bell of chaos tolls one last time
We are doomed forever
We are doomed forever

Let the blood flow down the heavens
Fill your goblets and quench your thirst

The bell of chaos tolls one last time
We are all doomed forever

We are doomed

Nascido do Sangue

Eu sou uma prole amaldiçoada
Arrancado das garras do anátema ardente
A tragédia dos antigos
Tragam seus próprios pecados
De volta às cinzas eles se transformam

Do pó renasceremos novamente
As terras desabaram, tremores falam de uma ruína sem igual
Sussurram sobre um misantropo encarnado
O sino do caos toca mais uma vez

Nascemos do sangue
Feitos homens pelo sangue
Desfeitos pelo sangue
Nossos olhos ainda estão por abrir

Olhe diretamente para o coração do vazio
Seja testemunha de um paradoxo nocivo
O falso Deus não mais segura firmemente seu domínio
Sobre a população de todos os miseráveis
O poder recuperado conecta o fio

O misantropo encarnado
O sino do caos toca pela última vez
Estamos todos condenados para sempre
Todos os deuses cairão perante o novo sangue
Estamos todos condenados para sempre
Nossos olhos estão bem abertos

Estamos condenados para sempre
Das antigas culpas surgimos
Deixe o sangue fluir dos céus
Encha seus cálices e sacie sua sede

O misantropo encarnado
O sino do caos toca pela última vez
Estamos condenados para sempre
Estamos condenados para sempre

Deixe o sangue fluir dos céus
Encha seus cálices e sacie sua sede

O sino do caos toca pela última vez
Estamos todos condenados para sempre

Estamos condenados

Composição: