Amapola del 66
Después de llover bañaron las aves tu cansancio de ayer
Sociedad de caras robadas te desprenden la piel
Siembra poesías de sueños de ayer que trasciende al ser
Viejo cristal apresando mi viaje no decide el fin
No es reedición es redención
Ponte de pie hombre ilusión
Siguen las lluvias, de un no ancestral pero el tiempo es hoy
Trenes de mimbre del sueño del rock de esa ingenuidad
Todo está vivo a pesar del dolor, si me sonreís
Ríos de cuerdas que viene de vos justo a mi corazón
No es reedición es redención
Ponte de pie hombre ilusión
Después de tanto andar caí en mí
Un universo esperándome
No hay fantasma ni desesperación
Ahora sé que estas ahí
Amapola del 66, en que cuerpo estas hoy?
Un alma viaja al Sol, al Sol
Siguen las lluvias, de un no ancestral, pero el tiempo es hoy
Trenes de mimbre del sueño del rock de esa ingenuidad
Todo está vivo a pesar del dolor, si me sonreís
Ríos de cuerdas que viene de vos justo a mi corazón
No es reedición es redención
Ponte de pie hombre ilusión
Hombre ilusión
Amapola de 66
Depois da chuva, as aves banharam seu cansaço de ontem
Sociedade de rostos roubados, te arrancam a pele
Plante poesias de sonhos de ontem que transcendem o ser
Velho cristal aprisionando minha viagem, não decide o fim
Não é reedição, é redenção
Levante-se, homem ilusão
As chuvas continuam, de um não ancestral, mas o tempo é hoje
Trens de vime do sonho do rock daquela ingenuidade
Tudo está vivo apesar da dor, se você me sorrir
Rios de cordas que vêm de você, direto pro meu coração
Não é reedição, é redenção
Levante-se, homem ilusão
Depois de tanto andar, caí em mim
Um universo me esperando
Não há fantasma nem desespero
Agora sei que você está aí
Amapola de 66, em que corpo você está hoje?
Uma alma viaja pro Sol, pro Sol
As chuvas continuam, de um não ancestral, mas o tempo é hoje
Trens de vime do sonho do rock daquela ingenuidade
Tudo está vivo apesar da dor, se você me sorrir
Rios de cordas que vêm de você, direto pro meu coração
Não é reedição, é redenção
Levante-se, homem ilusão
Homem ilusão