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Vivendo em Trincheiras

Divididos

Living de Trincheras

Sin camino al olvido
Llevo el tiempo en la piel
¿Dónde está mi niñez?

Erizado de frío
Convertido en quietud
Guardapolvos de ayer

Un alud de terror
De poesías de amor
Los malvones en flor

Niños en soledad
Sombras en la pared
En el patio de quién

Sigue vivo lo aprendido
De esa infancia clandestina
Casi un beso en Ipanema

Niño solo frente a un living de trincheras
Y un palazo que no era
Para vos

Un alud de terror
De poesía de amor
Los malvones en flor

Niños en soledad
Sombras en la pared
Y en el patio de quién

Niños en soledad
Niños en soledad
Niños en soledad

Vivendo em Trincheiras

Sem caminho pro esquecimento
Carrego o tempo na pele
Onde está minha infância?

Arrepiado de frio
Transformado em quietude
Pó de ontem

Uma avalanche de terror
De poesias de amor
As flores de malva

Crianças na solidão
Sombras na parede
No quintal de quem?

Segue vivo o que aprendi
Dessa infância clandestina
Quase um beijo em Ipanema

Criança sozinha diante de um living de trincheiras
E um golpe que não era
Pra você

Uma avalanche de terror
De poesia de amor
As flores de malva

Crianças na solidão
Sombras na parede
E no quintal de quem?

Crianças na solidão
Crianças na solidão
Crianças na solidão

Composição: Ricardo Mollo / Diego Arnedo