Donos da Mata
Protetor da mata, os índios são a nata
Negou um estilo de vida homem de gravata
Tradição conserve, escravidão não serve
Os animais, ervas, as árvores preserve
As serras são elétricas, o barulho ofende
Foda-se os fazendeiro, um viva pra Chico Mendes
Entende o drama da sujeira do jogo
Duelos entre lanças e as armas de fogo
Indiana Jones a procura de uma brecha
Recepção indígena, saraivada de flechas
Sem placa ou porte, a morte é horrenda
Morreu sabendo disso, feitiço não é lenda
As ervas curam, as madeiras furam
E mesmo artesanais os artigos duram
Juram preservar o que é natural
Nessas terras habitadas antes de Cabral
Tupã, Kayapó, Tupi Guarani
Pataxó, Carijó, Kaeté, Yanomami
E tinham muito mais
Escondem uma história que ficou pra trás
A mata, a queima, a fumaça, a tosse
Sede de justiça, benção de Oxossi
Amores batem, entidades manifestam
Cachorros latem, a guerra é o que lhe restam
Bandeiras europeias na terra finca
Era uma vez Aztecas, Maiais, Incas
As América sofreu um trauma
Os padres diziam que os índios não tinham alma
Dizimados, perseguidos, torturados
Com certeza eram muito mais evoluídos
Astrologia, magia, medicina
Se perderam numa católica chacina
Perseguidos os que restaram
Fazendeiros querem terras, história nunca respeitaram
E os conflitos são comuns
O vermelho na pele nem sempre é urucu
(Oh ohhhh oh ohhhh...)
Se engana quem diz que os índio é um povo primata
A real história nos restrata: é o dono da mata!
É o dono da mata! São os donos da mata!
Donos da Floresta
Protetores da floresta, os índios são a elite
Negaram um estilo de vida de terno e gravata
Tradição preservem, escravidão não serve
Os animais, ervas, as árvores, preservem
As serras são elétricas, o barulho incomoda
Que se dane os fazendeiros, um viva pra Chico Mendes
Entende o drama da sujeira do jogo
Duelos entre lanças e armas de fogo
Indiana Jones à procura de uma brecha
Recepção indígena, saraivada de flechas
Sem placa ou porte, a morte é horrenda
Morreu sabendo disso, feitiço não é lenda
As ervas curam, as madeiras furam
E mesmo artesanais, os artigos duram
Juram preservar o que é natural
Nessas terras habitadas antes de Cabral
Tupã, Kayapó, Tupi Guarani
Pataxó, Carijó, Kaeté, Yanomami
E tinham muito mais
Escondem uma história que ficou pra trás
A floresta, a queima, a fumaça, a tosse
Sede de justiça, bênção de Oxossi
Amores batem, entidades manifestam
Cachorros latem, a guerra é o que lhes restam
Bandeiras europeias fincadas na terra
Era uma vez Aztecas, Maias, Incas
A América sofreu um trauma
Os padres diziam que os índios não tinham alma
Dizimados, perseguidos, torturados
Com certeza eram muito mais evoluídos
Astrologia, magia, medicina
Se perderam numa chacina católica
Perseguidos os que restaram
Fazendeiros querem terras, história nunca respeitaram
E os conflitos são comuns
O vermelho na pele nem sempre é urucum
(Oh ohhhh oh ohhhh...)
Se engana quem diz que os índios são um povo primata
A verdadeira história nos retrata: são os donos da floresta!
São os donos da floresta! São os donos da floresta!