Nevena
Sale Nað je umro u snu...
Dan se taman zasiveo...
I ne znam šta je sumnjivo tu...
Jer u snu je i živeo...
Kažu da je slutio kraj...
Tobož, nije navio sat...
Pa sad, znao je da gubi taj rat...
Neko ružno sanja, nekom su košmari svitanja
Sveštenik je gunðao psalm...
Ko za kaznu nauèen stih...
Pred kapelom nobles i šljam...
Iz istog puka Poraženih...
Sreæom, nije imao šta...
Pošto ne bi imao kom...
Arèio je život po svom...
Testament? Tek skica na kutijici šibica
Strpljivi prsti neminovnosti razlažu uvod pesme koju dobro znam
I ako još išta ima da se oprosti i to ti noæas opraštam
Huèi okean neizbežnosti... Pritislo nebo laki til tavanice
Al' to se leèi s dve-tri kapi nežnosti u vinu iz Ravanice
Sale Nað je umro u snu...
Slutim da je snivao Srem?
Onaj bunar studen pri dnu...
I šarom loze zasenèen trem...
Slutim da je snivao Nju...
Èije ime sam gospod zna?
I da se u jeèmu tog sna jednostavno zbilo to što ga je i ubilo?
Strpljivi prsti neminovnosti razlažu uvod pesme koju dobro znam
I ako još išta ima da se oprosti i to ti noæas opraštam
Huèi okean neizbežnosti... Pritislo nebo laki til tavanice
Al' to se leèi s dve-tri kapi nežnosti u vinu iz Ravanice
Nevena
Sale Nað morreu em sonho...
O dia já estava escurecendo...
E não sei o que tem de suspeito aqui...
Pois em sonho ele também viveu...
Dizem que ele pressentiu o fim...
Supostamente, não acertou o relógio...
Agora, ele sabia que estava perdendo essa guerra...
Alguém sonha feio, outros têm pesadelos ao amanhecer.
O padre murmurava um salmo...
Como se fosse uma punição, um verso aprendido...
Diante da capela, nobres e escória...
Do mesmo povo dos Derrotados...
Felizmente, ele não tinha nada...
Já que não teria a quem...
Ele moldou a vida do seu jeito...
Testamento? Apenas um rascunho numa caixinha de fósforos.
Dedos pacientes da inevitabilidade desdobram a introdução da canção que conheço bem
E se ainda há algo a se perdoar, isso te perdoo esta noite
O oceano da inevitabilidade ressoa... O céu pressionou o leve teto
Mas isso se cura com duas ou três gotas de ternura no vinho de Ravanica.
Sale Nað morreu em sonho...
Suspeito que ele sonhou com Srem?
Aquela fonte fria no fundo...
E a sombra da videira na sala...
Suspeito que ele sonhou com ela...
De quem o nome eu não sei?
E que no eco daquele sonho simplesmente aconteceu o que o matou?
Dedos pacientes da inevitabilidade desdobram a introdução da canção que conheço bem
E se ainda há algo a se perdoar, isso te perdoo esta noite
O oceano da inevitabilidade ressoa... O céu pressionou o leve teto
Mas isso se cura com duas ou três gotas de ternura no vinho de Ravanica.