Supervillain Serum
Driving nails between my teeth
Kicked to my feet
No sleep for weeks
Sucking the dust from the cage
Varicose veins and mind games
Guzzling barrels of skin-stripping shit
A festering drink of face-breaking cocksucker
Fashionably possessed
Planning world downfall from my bed
Supping the villainous sap
Garden of mutants begin to clap
And now there's no turning back
Alone against everything
Freaking out
Reeking in
Minds wide open
Fix an appointment with God
Your futile trip is done
At the ruins of visionary self
They'll be cutting their hands off
In hell tomorrow
A truth that's easy to swallow
Fast-acting and thorough
Locked away
Brainwashed
And left alone
Out damned spot
Out damned spot
Out damned spot
Home sick home
Home sick home
Home sick home
The world really gets my back up
An airline that never stops crashing
An itch that never stops itching
Living in an insatiable video game
Vengeance stalks my brain
Pimping bag of creaking bones
Collapsing inwards from skin to soul
Slime alley black cockroach
Labyrinth of solitude in my throat
Guts filled up with the voices of hate
Homogenised venom eats the smile from your face
Tongue splits on the taste
As sanity separates
Reflection you gleam is disfigured and displeased
Adding insult to injury
In swaggering fury
Weak sick
Dread freak
With reservation seats to the funeral of the world
Soro do Supervilão
Dirigindo pregos entre meus dentes
Chutado para os meus pés
Sem dormir por semanas
Chupando a poeira da jaula
Veias varicosas e jogos mentais
Goleando barris de merda que arranca a pele
Uma bebida podre de filho da puta que quebra a cara
Possuído com estilo
Planejando a queda do mundo da minha cama
Degustando a seiva vilã
O jardim de mutantes começa a aplaudir
E agora não há como voltar atrás
Sozinho contra tudo
Pirando
Fedorento
Mentes bem abertas
Marque um encontro com Deus
Sua viagem inútil acabou
Nas ruínas do eu visionário
Eles vão cortar as próprias mãos
No inferno amanhã
Uma verdade fácil de engolir
Rápido e completo
Trancado
Lavado cerebral
E deixado sozinho
Sai, maldito ponto
Sai, maldito ponto
Sai, maldito ponto
Saudade de casa
Saudade de casa
Saudade de casa
O mundo realmente me deixa irritado
Uma companhia aérea que nunca para de cair
Uma coceira que nunca para de coçar
Vivendo em um videogame insaciável
Vingança persegue meu cérebro
Um saco de ossos rangendo
Colapsando de dentro pra fora, da pele à alma
Cochorrão preto da viela
Labirinto de solidão na minha garganta
Entradas cheias com vozes de ódio
Veneno homogenizado arranca o sorriso do seu rosto
A língua se divide no gosto
Enquanto a sanidade se separa
Reflexo que você brilha está desfigurado e insatisfeito
Adicionando insulto à lesão
Em fúria arrogante
Fraco e doente
Freak do medo
Com assentos reservados para o funeral do mundo