The One Whose Name Has No End
A pale figure, impale the space,
Split in two, double-coiled - enter, into the womb,
1000 arms reach out, ash-trees, ash-three,
1000 eyes gaze upon you,
Step forward and join the fog,
The silvery space, then,
Share a moment with the dark ones,
A black lotus, facing downwards -
The flow of seething visions, the chameleon from an abyss Which all things come,
The great one whose name has no end,
Impale the pale, impale the essence,
I shed off the chameleon skin and open the atlas of being, 1000 arms guide from chaos to clarity,
1000 piercing eyes now evade me, await me
Aquele Cujo Nome Não Tem Fim
Uma figura pálida, atravessa o espaço,
Cortada ao meio, em espiral dupla - entre, no ventre,
Mil braços se estendem, árvores de cinzas, cinzas-três,
Mil olhos te observam,
Dê um passo à frente e junte-se à névoa,
O espaço prateado, então,
Compartilhe um momento com os sombrios,
Uma flor de lótus negra, virada para baixo -
O fluxo de visões fervilhantes, o camaleão de um abismo de onde tudo vem,
O grande cujo nome não tem fim,
Atravessa o pálido, atravessa a essência,
Eu me despeço da pele de camaleão e abro o atlas do ser, mil braços guiam do caos à clareza,
Mil olhos penetrantes agora me evitam, me aguardam.