Doomalcoholocaust
I sink in the earth of raving... in my mind
Silences tangle, flames of hell... I'm blind
Mystic horrors projected into the void like storm
Dark coffin contains the world in the tomb
Desperate cry of the earth
Black, dark grave of new world
Everyday a new death
Planetary suicide!
The red violences of the day reflected in the sky
The ancient hidden suns in the livid temples and you cry
Sons of the atavic night pieces of yesterday and memories
Brothers in doom, raised from one same dirty mother
Desperate cry of the earth
Black, dark grave of new world
Everyday a new death
Planetary suicide!
Torturated spirits, afflicted souls
In a lost paradise, falling underground
Diluted sensations in touch with the void
Slimy groping in mesmeric triumphs
Mystic, silver horror of a lead moon
The night celebrates ill-fated amorphous dreams
Conceive the announced void
The none strophe of the world
In the collapse poem of damned celebrated
Doomalcoholocausto
Eu afundo na terra do delírio... na minha mente
Silêncios se entrelaçam, chamas do inferno... estou cego
Horríveis misticismos projetados no vazio como uma tempestade
Um caixão escuro contém o mundo na tumba
Grito desesperado da terra
Cova negra e sombria do novo mundo
Todo dia uma nova morte
Suicídio planetário!
As violências vermelhas do dia refletidas no céu
Os antigos sóis escondidos nos templos lívidos e você chora
Filhos da noite atávica, pedaços de ontem e memórias
Irmãos na desgraça, levantados de uma mesma mãe suja
Grito desesperado da terra
Cova negra e sombria do novo mundo
Todo dia uma nova morte
Suicídio planetário!
Espíritos torturados, almas aflitas
Em um paraíso perdido, caindo para o subterrâneo
Sensações diluídas em contato com o vazio
Tateando viscosamente em triunfos hipnóticos
Horror místico, prateado de uma lua de chumbo
A noite celebra sonhos amorfos e malditos
Conceber o vazio anunciado
A estrofe inexistente do mundo
No poema do colapso dos condenados celebrados