Vampyre (The Broken Dirge Of Aristocracy)
Amongst the frozen stars
The desolate winds of death merge
And those of ancient blood awaken.
The soil and ground are pushed aside from within the crypt
Rotten fingers with talon like nails lift the spectre out of his hole
Those who chant for the holocaust of man
Whose eyes are lifeless and hollow
Teeth rotted into jagged tips
From years of praying on the weak
Hidden from the world
A world which will now be taken back!
To long in the shadows has this foul apparition been forgotten
To long in the shadows this rancid soul has been haunting
A disjointed stride in torn noble attire
To an aristocratic broken dirge
The hideous visage of that which was cursed from god
The melancholic aura of injustice
And the hunger for the wine of life
Snakes, bats, rats & flies his familiar
VAMPYRE VAMPYRE VAMPYRE
This night is yours again
VAMPYRE!!
Vampiro (A Canção Quebrada da Aristocracia)
Entre as estrelas congeladas
Os ventos desolados da morte se misturam
E aqueles de sangue antigo despertam.
O solo e a terra são empurrados para o lado de dentro da cripta
Dedos podres com unhas como garras levantam o espectro de seu buraco
Aqueles que cantam pelo holocausto da humanidade
Cujos olhos são sem vida e ocos
Dentes apodrecidos em pontas afiadas
De anos se alimentando dos fracos
Escondidos do mundo
Um mundo que agora será retomado!
Por muito tempo nas sombras essa aparição fétida foi esquecida
Por muito tempo nas sombras essa alma podre tem assombrado
Um passo desarticulado em trajes nobres rasgados
Para uma canção quebrada aristocrática
O rosto hediondo daquele que foi amaldiçoado por Deus
A aura melancólica da injustiça
E a fome pelo vinho da vida
Cobras, morcegos, ratos e moscas, seus familiares
VAMPIRO VAMPIRO VAMPIRO
Esta noite é sua novamente
VAMPIRO!!