Manzaralar
Kuþlar içimden bir de dýþýmdan
Yani tarihten gelen alýþkanlýktan
Uçtular hep uçtular
Aþklar elimden bir de dilimdin
Yani yürekten gelen ateþlerden
Doldular hep doldular
Düþler ateþten bir de güneþten
Yani kaderden gelen öykülerden
Kaçtýlar hep kaçtýlar
Güller ölümden bir de dirimden
Yani doðuþtan gelen güzellikten
Korktular hep korktular
Düþler düþlükler bir de düþkünlükler
Ýçimden dýþýma akan cennetlikler
Kuþlara gönülden aþýk oldular
Kanatlar açýldý
Ateþler yakýldý
Uçan gökyüzüne þekerden takýlar takýldý
Öfkeler duruldu
Öyküler yoruldu
Uyuyan kraliçem düþünde vuruldu
Cennetlik oldu
Canções
Pássaros de dentro e de fora de mim
Ou seja, de um hábito que vem da história
Voaram sempre, voaram
Amores das minhas mãos e da minha língua
Ou seja, das chamas que vêm do coração
Encheram sempre, encheram
Sonhos de fogo e de sol
Ou seja, das histórias que vêm do destino
Fugiram sempre, fugiram
Rosas da morte e da vida
Ou seja, da beleza que vem do nascimento
Tiveram medo sempre, tiveram medo
Sonhos, abismos e também misérias
Cenários que fluem de dentro para fora
Se apaixonaram de coração pelos pássaros
As asas se abriram
As chamas foram acesas
No céu voador, enfeites de açúcar se prenderam
As raivas se acalmaram
As histórias se cansaram
Minha rainha adormecida foi ferida em seu sonho
Tornou-se celestial