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Mortes

Düþ Sokaðý Sakinleri

Ölümler

Ölümler çýplak gelir
Geceyi indirir yavaþça gözlerine
Benden geçmek kolay deðil
Feryat eder ateþ sözlerime

Yayýlýr nefesin çiçeklere
Ay ýþýldar soðuk bedeninde
Günah bana hiç el deðil
Feryat eder dilim hüzünlere

Vedalar doðru deðil
Sevgiler yalan deðil
Koþarým ben sensizliðe
Bu son bakiþ sa gitmek
Hiç mümkün deðil

Görünür bana senden kalan
Bilirim ki vardýr þarkýmý duyan
Boþunadýr yakarýþ çizilene
Geçer zaman aþk sevilince

Ölümler çýplak gelir
Geceyi indirir yavaþça gözlerine
Senden çýkmak kolay deðil
Beterdir hayat açýlar acýlar çekenlere

Vedalar dogru deðil
Sevgiler yalan deðil
Koþarim ben sensizliðe
Aðlarým yaðmur düþünür seni
Kapý açýk... gir içeri

Mortes

Mortes chegam nuas
A noite desce devagar nos seus olhos
Passar por mim não é fácil
O fogo clama nas minhas palavras

Teu respirar se espalha pelas flores
A lua brilha no teu corpo frio
O pecado não me toca
Minha língua clama por tristezas

Despedidas não são certas
Amores não são mentirosos
Eu corro para a solidão
Este último olhar é pra ir embora
Nada é possível

Me parece que o que ficou de você
Eu sei que há quem ouça minha canção
É em vão a súplica ao que se foi
O tempo passa quando o amor é amado

Mortes chegam nuas
A noite desce devagar nos seus olhos
Sair de você não é fácil
A vida é pior para quem sente as dores

Despedidas não são certas
Amores não são mentirosos
Eu corro para a solidão
Choro enquanto a chuva pensa em você
A porta está aberta... entre.

Composição: