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Efusão Obstina

Duber Bodero

Obstinada Efusión

Maullidos en la noche, la cama sola y mi guitarra
Irrumpe en el silencio, la canción de Monserrat
Al instante veo tu cara, me cautiva ese cristal
Tengo el ego dilatado, de una vida sin igual

Limpio mi desastre para mayor tranquilidad
A las 3 de la mañana, se me inspira el corazón
Los maullidos de Mijares, despejan mi atadura
Quizá deba restringir, esta obstinada efusión

Continuar el camino que me lleve a las olas
Al rincón de los dos oh
Agradecer al destino, que no finge su fuerza
Este instante de unión, nos elogia a los dos

Soy la especie que juzga los sentimientos fingidos
El manotazo en dolor, la depresión por amor

Reviso mi estado en redes, veo que no estoy solo
Gustoso compruebo en ello que la apatía desistió
Quizá descubrí los motivos para seguir
Abordar lo importante, el camino hacia ti

Efusão Obstina

Miados na noite, a cama vazia e minha guitarra
Irrupto no silêncio, a canção de Monserrat
No mesmo instante vejo seu rosto, esse cristal me cativa
Tenho o ego dilatado, de uma vida sem igual

Arrumo minha bagunça para maior tranquilidade
Às 3 da manhã, meu coração se inspira
Os miados de Mijares, dissipam minha amarra
Talvez eu deva restringir essa obstinada efusão

Continuar o caminho que me leve às ondas
Ao nosso cantinho, oh
Agradecer ao destino, que não finge sua força
Este momento de união, nos elogia aos dois

Sou a espécie que julga os sentimentos fingidos
O tapa na dor, a depressão por amor

Verifico meu estado nas redes, vejo que não estou sozinho
Com prazer constato que a apatia desistiu
Talvez tenha descoberto os motivos para seguir
Abordar o que é importante, o caminho em direção a você

Composição: Duber Bodero