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Supernova

Duncan Dhu

Supernova

En la profundidad de la prisión
doscientos brazos, mandan el taller
la maquinaria está que puede arder.
Supernova.

Saliendo del portal a plena luz
aquella guapa chica de color
era un domingo más cuando ocurrió.
Supernova.

Hoy se oirán los gritos de guerra
hoy vendrán los mismos que ayer
quienes no tienen má que perder.

En una casa ayer se descubrió
un cuerpo muerto bajo la pared
su propia bomba fue la que explotó.
Supernova.

Dónde irán los ojos guardianes
no podrán salir ni escapar
apartate algo puede estallar.

Uhh, hierro candente
uhh, miradas calientes
uhh, corre a esconderte.
Supernova.

Supernova

Na profundidade da prisão
duzentos braços, comandam o ateliê
a maquinaria tá prestes a pegar fogo.
Supernova.

Saindo do portal à plena luz
aquela garota bonita de cor
era um domingo qualquer quando aconteceu.
Supernova.

Hoje vão se ouvir os gritos de guerra
oh, hoje vêm os mesmos de ontem
quem não tem mais nada a perder.

Em uma casa, ontem se descobriu
um corpo morto sob a parede
a própria bomba foi a que explodiu.
Supernova.

Pra onde vão os olhos guardiões
não vão conseguir sair nem escapar
se afasta, algo pode estourar.

Uhh, ferro quente
uhh, olhares ardentes
uhh, corre pra se esconder.
Supernova.

Composição: Diego Vasallo