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Divina Existência

Dúo Zimrah

Divina Existencia

Que nadie me venga a decir que ya nadie me ama
Cuando el creador de este mundo por mí se entregó
Que nadie se atreva a negar su divina existencia
Cuando me despierto abrazado por su protección
Que solamente Él pudo hacer alguien de un nadie como yo

Y me recuerda a lo profundo del mar el perdón que me entrega
Y en el eco de mi soledad retumbó su presencia
Se quedó cuando no había nadie sentado en mi mesa
Y desde entonces no puedo entender cómo viví en su ausencia

Que soy producto del azar, eso ya lo he escuchado
Que el mundo se terminará y que no sirve mi fe
Más nadie me puede quitar lo que Dios me ha entregado
Porque, aunque todo se derrumbe, siento paz en mi ser
Y nada que construya aquí puede igualarse a Él

Y me recuerda a lo profundo del mar el perdón que me entrega
Y en el eco de mi soledad retumbó su presencia
Se quedó cuando no había nadie sentado en mi mesa
Y desde entonces no puedo entender cómo viví en su ausencia

Me duele recordar que no había más
Que un vacío profundo, que intenté llenar
Con tantas mentiras, pues no conocía que eras la verdad
Y sé que no merezco tu sanidad
Yo te herí primero y me curaste igual
Me llamaste hijo, me pusiste nombre
Y me diste un lugar

Y me recuerda a lo profundo del mar el perdón que me entrega
Y en el eco de mi soledad retumbó su presencia
Se quedó cuando no había nadie sentado en mi mesa
Y desde entonces no puedo entender cómo viví en su ausencia

Divina Existência

Que ninguém venha me dizer que já ninguém me ama
Quando o criador deste mundo se entregou por mim
Que ninguém ouse negar sua divina existência
Quando acordo abraçado pela sua proteção
Que somente Ele pôde fazer alguém de um ninguém como eu

E me lembra, lá no fundo do mar, o perdão que me entrega
E no eco da minha solidão retumbou sua presença
Ele ficou quando não havia ninguém sentado à minha mesa
E desde então não consigo entender como vivi na sua ausência

Que sou produto do acaso, isso já ouvi
Que o mundo vai acabar e que minha fé não vale nada
Mas ninguém pode tirar de mim o que Deus me deu
Porque, mesmo que tudo desmorone, sinto paz em meu ser
E nada que eu construa aqui pode se igualar a Ele

E me lembra, lá no fundo do mar, o perdão que me entrega
E no eco da minha solidão retumbou sua presença
Ele ficou quando não havia ninguém sentado à minha mesa
E desde então não consigo entender como vivi na sua ausência

Me dói lembrar que não havia mais
Que um vazio profundo, que tentei preencher
Com tantas mentiras, pois não conhecia que você era a verdade
E sei que não mereço sua cura
Eu te feri primeiro e você me curou igual
Me chamou de filho, me deu um nome
E me deu um lugar

E me lembra, lá no fundo do mar, o perdão que me entrega
E no eco da minha solidão retumbou sua presença
Ele ficou quando não havia ninguém sentado à minha mesa
E desde então não consigo entender como vivi na sua ausência

Composição: Dúo Zimrah