La Muerte
soy el dyablo
el verdugo por tu muerte ja ja
la distorción del planeta, pa la muerte esquina representa
tormenta y sepultura para todo aquel que enfrenta
yo no perdono y nunca olvido a quien me insulta
mi puño desmadra su casa sus lagrimas ruedan y lo borro de mi lista
es el castigo del verdugo encabronado que ha llegado
dejando a bueyes separados de su alma y cuerpo helado, bien enterrado
yo te pongo bajo el lumbre, el 31 de octubre
es el dia de los muertos
cuando tu familia esta llena de lamentos pensamientos, sufrimientos contratiempos
todo acabado para siempre homie
pues no hay excusas ni pretextos para la muerte homie,
por que
todo parece ser un sueño,
mientras duermes, yo te encuentro, te despierto con un puto leño
ahora sabes q yo soy tu dueño
y me obedeces porque sabes que sino te trueno
koro: mira, donde termina esta vida es la muerte, mira
aunque la esperes siempre llega derrepente, mira
ahora sabes soy el dyablo, yo no juego
si te busco yo te encuentro y te desmadro, mira (2 veces)
la muerte es un misterio insabido
la gente reza un rosario, en un reptil me he convertido
voy caminando entre lo oscuro de la noche he consegido intimidarte hasta brincaste cuando escuchaste el aullido
de una persona, tremendo susto, no es la llorona, es tu muerte que se asoma
volteas y la miras te imaginas por el miedo y alucinas
que se aproxima y no te imaginas
que en el momento en que te encuentre
hago que grites hasta que te explote tu vientre, derrepente
me ves enfrente
ahora sabes que yo soy el dyablo
yo no juego, si te busco, yo te encuentro y siempre te desmadro
yo te aquebranto en pedazos como a un jarro
pegando yo tan duro como si fueray un marro
inesperado como un accidente de carro
pues no hay razon para que corras es inutil yo te agarro
kore 2 veces
te estoy mirando a los ojos y reflejas miedo
por el temor que tienes te derrites como el hielo
se escucha un balazo en el horizonte en el cielo, pues tu cuerpo cae la sangre escurre sobre el suelo
te lo adverti, yo te lo dije
sobre aviso no hay engaño como alebrije
te has quedado, derrumbado, olvidado y quemado a mi lado
traigo a la muerte que te ha dejado sepultado
como a una rata encerrado castigado
o como a un puerco degollado y colgado con sus pinches
patas hacia arriba, los escupo yo en su cara
y se tragan mi saliva sin salida en el infierno
donde te encuentras retorciendo como un cuerno
el viento sopla y hace frio como en el invierno
la gente piensa que moriste por estar enfermo
pero la neta es la maldiciòn del dyablo eterno
koro (2 veces)
A Morte
sou o diabo
o carrasco pela sua morte ja ja
a distorção do planeta, pra morte esquina representa
tormenta e sepultura pra todo aquele que enfrenta
eu não perdoo e nunca esqueço quem me insulta
meu punho destrói sua casa, suas lágrimas rolam e eu o risco da minha lista
é o castigo do carrasco enfurecido que chegou
deixando bois separados de sua alma e corpo gelado, bem enterrado
eu te coloco sob a chama, no dia 31 de outubro
é o dia dos mortos
quando sua família está cheia de lamentos, pensamentos, sofrimentos, contratempos
tudo acabado pra sempre, parceiro
pois não há desculpas nem pretextos pra morte, parceiro,
pq
tudo parece ser um sonho,
enquanto dorme, eu te encontro, te acordo com um puto tronco
agora você sabe que eu sou seu dono
e me obedece porque sabe que senão eu te estourar
refrão: olha, onde termina essa vida é a morte, olha
embora você a espere, ela sempre chega de repente, olha
agora você sabe que sou o diabo, eu não brinco
se eu te procuro, eu te encontro e te destruo, olha (2 vezes)
a morte é um mistério desconhecido
a galera reza um rosário, em um réptil eu me transformei
vou caminhando entre a escuridão da noite, consegui te intimidar, você até pulou quando ouviu o uivo
de uma pessoa, um susto tremendo, não é a chorona, é sua morte que se aproxima
você vira e a vê, imagina pelo medo e alucina
que se aproxima e não imagina
que no momento em que te encontrar
eu faço você gritar até que seu ventre exploda, de repente
me vê na sua frente
agora você sabe que eu sou o diabo
eu não brinco, se eu te procuro, eu te encontro e sempre te destruo
eu te quebro em pedaços como um jarro
batendo tão forte como se fosse um martelo
inesperado como um acidente de carro
pois não há razão pra você correr, é inútil, eu te pego
refrão (2 vezes)
estou te olhando nos olhos e você reflete medo
pelo temor que tem, você derrete como gelo
se escuta um tiro no horizonte, no céu, pois seu corpo cai, o sangue escorre pelo chão
eu te avisei, eu te disse
sobre aviso não há engano como um alebrije
você ficou, desmoronado, esquecido e queimado ao meu lado
trago a morte que te deixou sepultado
como uma rata, trancado, castigado
o como um porco degolado e pendurado com suas malditas
patas pra cima, eu cuspo na cara dele
e eles engolem minha saliva sem saída no inferno
onde você se encontra se contorcendo como um chifre
o vento sopra e faz frio como no inverno
a galera pensa que você morreu por estar doente
mas a verdade é a maldição do diabo eterno
refrão (2 vezes)