Summon The Immoral Virtue
Failing to grab the fallen time, i feel an urge for danger
Into the depht of the fallen man - i've lost my pride again
Fear without a definite grief, in harmony with our passion
Eyes within a dismal maze, longing for clairvoyance
Alone walking on a desert road - one broken spirit, bleeding
Swallowing reality, the frozen days are revealed
Laughing pain and responding hate, my glind for a clandestine
A corrupt mind, a lose of faith, my fantasy of resurrection
A domain of calmness, a domain of wind and rain
A taste of emptiness, a nothingness in vain
A silhouette of essence and everything inane
A world of extinction, a circle of demise and pain
I'm too tired to sleep, my eyes are burning
Trapped inside a sealed room, drawing suspicion in my veins
A fragile heart of distrust, demanding your fever
Though i'm approaching the end, i'm losing again and again
...and again...
Alone walking on a desert road - one broken spirit, bleeding
Swallowing reality, the frozen days are revealed
Laughing pain and responding hate, my glind for a clandestine
A corrupt mind, a lose of faith, my fantasy of resurrection
Failing to grab the faling time, i feel an urge for danger
Into the depht of the fallen man - i've lost my pride again
Fear without a definite grief, in harmony with your passion
Eyes within a dismal maze, longing for clairvoyance
Convocando a Virtude Imoral
Falhando em agarrar o tempo caído, sinto uma vontade de perigo
Nas profundezas do homem caído - perdi meu orgulho de novo
Medo sem uma dor definida, em harmonia com nossa paixão
Olhos dentro de um labirinto sombrio, ansiando por clarividência
Sozinho caminhando por uma estrada deserta - um espírito quebrado, sangrando
Engolindo a realidade, os dias congelados se revelam
Dor rindo e ódio respondendo, meu brilho por um clandestino
Uma mente corrupta, uma perda de fé, minha fantasia de ressurreição
Um domínio de calma, um domínio de vento e chuva
Um gosto de vazio, um nada em vão
Uma silhueta de essência e tudo que é fútil
Um mundo de extinção, um círculo de morte e dor
Estou cansado demais para dormir, meus olhos estão ardendo
Preso dentro de uma sala selada, desenhando suspeitas nas minhas veias
Um coração frágil de desconfiança, exigindo sua febre
Embora eu esteja me aproximando do fim, estou perdendo de novo e de novo
...e de novo...
Sozinho caminhando por uma estrada deserta - um espírito quebrado, sangrando
Engolindo a realidade, os dias congelados se revelam
Dor rindo e ódio respondendo, meu brilho por um clandestino
Uma mente corrupta, uma perda de fé, minha fantasia de ressurreição
Falhando em agarrar o tempo caído, sinto uma vontade de perigo
Nas profundezas do homem caído - perdi meu orgulho de novo
Medo sem uma dor definida, em harmonia com sua paixão
Olhos dentro de um labirinto sombrio, ansiando por clarividência