Ylem
From nothing into a universe
Infinitesimal patterns coalesce on shapes
The infant moan can be heard no more
And the primordial shine is ultimately far away-
A star bleeds the raw wealth
In paternal chant
Can't tell apart myself from the light
And the light from the shade
The chasm hums a rough melody
In tones i deafly chase
A brooding wreath rocks outside the door
Welcoming chaos to convert on plain
The feast sees no end
And no beginning is at sight
Just the flow, just a drift
Gliding from day into night
Planets like seeds, clouds in bloom
Where the prodigal matter engulfs its own guts
A spiral of everything
A song that no one can sing
Coming from nowhere
Overshadowing sphere
Before all what is all?
The summer is not the fall?
The feast sees no end
And no beginning, no day and no night
Ylem
Do nada para um universo
Padrões infinitesimais se juntam em formas
O gemido do bebê não se ouve mais
E o brilho primordial está, por fim, longe-
Uma estrela sangra a riqueza bruta
Em um canto paternal
Não consigo me separar da luz
E a luz da sombra
O abismo entoa uma melodia áspera
Em tons que eu persigo surdamente
Uma coroa sombria balança do lado de fora
Dando boas-vindas ao caos para se transformar em plano
A festa não vê fim
E nenhum começo à vista
Apenas o fluxo, apenas um deslizar
Deslizando do dia para a noite
Planetas como sementes, nuvens em flor
Onde a matéria pródiga engole suas próprias entranhas
Uma espiral de tudo
Uma canção que ninguém pode cantar
Vindo do nada
Ofuscando a esfera
Antes de tudo, o que é tudo?
O verão não é o outono?
A festa não vê fim
E nenhum começo, nenhum dia e nenhuma noite