Czerwony jak ceg³a
Nie wiem jak mam to zrobiæ, ona zawstydza mnie.
Strach ma tak wielkie oczy, wokó³ ciemno jest.
Czujê siê jak Benjamin i udajê, ¿e œpiê.
Mo¿e walnê kilka drinków, one nakrêc¹ mnie,
Nakrêc¹ mnie!
Czerwony jak ceg³a, rozgrzany jak piec,
Muszê mieæ, muszê j¹ mieæ.
Nie mogê tak odejœæ, gdy kusi mnie grzech.
Muszê mieæ, muszê j¹ mieæ
Nie wiem jak mam to zrobiæ, by mê¿czyzn¹ siê staæ
I nie wypaϾ ze swej roli, tego co pierwszy raz.
G³adzê czule jej cia³o, skradam siê do jej ust.
Wiem, ¿e to jeszcze za ma³o, aby Ciebie mieæ,
No aby Ciebie, Ciebie mieæ!
Czerwony jak ceg³a...
Nie wiem jak to siê sta³o, ona chyba ju¿ œpi,
Le¿ê obok pe³en wstydu, krótki to by³ zryw.
Bêdzie lepiej, gdy pójdê, nie chcê patrzyæ jej w twarz.
Mo¿e kiedyœ da mi szansê, spróbowaæ jeszcze raz,
Jeszcze jeden, jeden raz!
Vermelho como um tijolo
Não sei como fazer isso, ela me deixa envergonhado.
O medo tem olhos grandes, tá tudo escuro ao redor.
Me sinto como Benjamin e finjo que tô dormindo.
Talvez eu tome alguns drinks, isso vai me animar,
Vai me animar!
Vermelho como um tijolo, quente como um forno,
Eu preciso ter, eu preciso dela.
Não posso simplesmente ir embora, quando o pecado me chama.
Eu preciso ter, eu preciso dela.
Não sei como fazer isso, pra me tornar um homem
E não sair da minha linha, como foi da primeira vez.
Acaricio seu corpo com carinho, me aproximo dos seus lábios.
Sei que ainda é pouco pra te ter,
Pra te ter, te ter!
Vermelho como um tijolo...
Não sei como isso aconteceu, ela já deve estar dormindo,
Estou deitado ao lado, cheio de vergonha, foi um momento curto.
Vai ser melhor se eu for, não quero olhar pra cara dela.
Talvez um dia ela me dê uma chance, tentar de novo,
Mais uma vez, mais uma vez!
Composição: Ryszard Riedel