Szeryfie, co tu siê dzieje?
Szeryfie, co tu siê dzieje
Noc¹ z³odzieje do miasta wdarli siê
Zanim kogut zapieje
Twoi zastêpcy z uœmiechem zdradz¹ ciê
Czy to jest dobra pora, ¿eby spaæ,
Kiedy siê wali ca³y twój œwiat?
Szeryfie, to miasto szaleje
Obywatele pakuj¹ co siê da
W barze nikt ju¿ nie leje
Ten co pozosta³ nalewa³ sobie sam
Nie zosta³o nam nic tylko nogi za pas
Daliœmy nabraæ siê nie pierwszy raz
I nie ostatni chyba...
Co powiesz, kiedy w koñcu wstaniesz
Gdy krzyk nad ranem ciê obudzi
Bêd¹ ma³py zamiast ludzi
Z³oto w banku schowane
Znik³o nad ranem, nie zosta³ po nim œlad
Jeden drugiego oskar¿a
Kto tu jest winien, ¿e nie zbudzi³eœ siê na czas?
Nie zosta³o ci nic tylko nogi za pas
Da³eœ nabraæ siê nie pierwszy raz
I nie ostatni chyba...
Co powiesz, kiedy w koñcu wstaniesz
Gdy krzyk nad ranem ciê obudzi
Bêd¹ ma³py zamiast ludzi
Bêd¹ ma³py zamiast ludzi
Xerife, o que tá acontecendo?
Xerife, o que tá acontecendo
Na noite os ladrões invadiram a cidade
Antes do galo cantar
Teus subordinados vão te trair com um sorriso
É hora boa pra dormir,
Quando teu mundo tá desmoronando?
Xerife, a cidade tá em caos
Os cidadãos tão empacotando tudo que dá
No bar ninguém mais serve
Quem ficou, se serve sozinho
Não nos resta nada, só correr pra longe
Fomos enganados mais de uma vez
E não vai ser a última, acho...
O que você vai dizer quando finalmente acordar
Quando o grito de manhã te despertar
Vão ter macacos no lugar de gente
O ouro no banco escondido
Desapareceu de manhã, não sobrou vestígio
Um acusa o outro
Quem é o culpado por você não ter acordado a tempo?
Não te resta nada, só correr pra longe
Você foi enganado mais de uma vez
E não vai ser a última, acho...
O que você vai dizer quando finalmente acordar
Quando o grito de manhã te despertar
Vão ter macacos no lugar de gente
Vão ter macacos no lugar de gente