Hoarse
Gorgeous chrome-plated horse whip
Home-making paintings for poor quality porn flicks
Court adjourned and the verdict's still saucy
Sack swinging like dub-d40 on a door hinge
Good lord, walk light like the floor slick
Look bored, hoard all mics in a force grip
Pro-abortion endorsing his own importance
Or leaving opponents floating with paper and dirty porcelain
Pinnacle of titillating crisp spit
Fist clinched emulating '68 olympics
Rock it from the cradle 'til he middle aged and limp-sticked
Coughing from the stable probably indicating spliff's lit
Dismissed, feel it in that saturated cranium
Heavy as insurance off a spanking new laser gun
Crazy heart, hazy lung, making art, raking funds
Crowd going dumb like palin's son
And it always follows autumn
No home for the weak
No insurance for your pride
Jive, nigga
And it always follows autumn
I sit in thought 'til the flow is right
Then throw some d on all available open mics
Smoke it right proposing these niggas over wipe
More because I normally toilet bowl with a broken pipe
Shit, the former soloist who flow was sick
The token sober kid stressed so the role was switched
Now four lokos down the hole and a loaded spliff
Look who's as useless as a broken wrist when tryna open shit
Nigga cold is what you need to keep the poultry in
Resulting in me rolling slick as bottom of the bowling kicks
Early man, you posers know me as the troll throwing
Moldy donut holes at your grody ho from his cronies' whip
Eating like the kids when you take 'em off ritalin
Throwing temper tantrums at the window of your whip again
Sweeping up the glass to use it as a garnish over
Tracks damaged like the leg he limping to the barn with
Chickenshits
Temper 'bout as thick as tips of pencils is
Missiles to the picket fence
Who spit as good fingerlickin' bitch bet, it's
36 Fish netted like the hook was inefficient
Rouco
Cavalo de couro cromado
Fazendo pinturas pra pornô de baixa qualidade
Tribunal encerrado e o veredito ainda é picante
Saco balançando como dub-d40 na dobradiça da porta
Bom Deus, ande leve como o chão escorregadio
Pareça entediado, acumule todos os microfones com firmeza
Apoiando o aborto, endossando sua própria importância
Ou deixando os oponentes flutuando com papel e porcelana suja
Pico de saliva excitante e nítida
Punho cerrado imitando as olimpíadas de 68
Balançando do berço até ficar velho e sem vigor
Tossindo do estábulo, provavelmente indicando que o baseado tá aceso
Despedido, sinta isso na sua cabeça saturada
Pesado como um seguro de uma nova arma a laser
Coração louco, pulmão embaçado, fazendo arte, arrecadando grana
Público ficando burro como o filho da Palin
E sempre vem depois do outono
Sem lar para os fracos
Sem seguro para seu orgulho
Fala, mano
E sempre vem depois do outono
Eu fico pensando até o flow ficar certo
Então jogo um d em todos os microfones abertos disponíveis
Fumo certo propondo esses caras em vez de limpar
Mais porque normalmente eu uso o vaso com um cano quebrado
Droga, o ex-solo que tinha um flow doido
O garoto sóbrio estressado, então o papel foi trocado
Agora quatro lokos no buraco e um baseado carregado
Olha quem é tão inútil quanto um pulso quebrado tentando abrir as coisas
Mano frio é o que você precisa pra manter o frango
Resultando em eu rolando suave como o fundo dos tênis de boliche
Homem primitivo, vocês posers me conhecem como o troll jogando
Buracos de donut mofados na sua mina nojenta do carro dos amigos
Comendo como as crianças quando você tira elas do ritalin
Fazendo birra na janela do seu carro de novo
Varrendo o vidro pra usar como guarnição sobre
Faixas danificadas como a perna que ele manca pra ir pro celeiro
Franguinhos
Temperamento tão grosso quanto a ponta de lápis
Mísseis pra cerca de piquete
Quem solta rimas tão boas, aposto que é
36 peixes pescados como se o anzol fosse ineficiente