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Afundar ou Voar

Earth (Australia)

To Sink Or Soar

Whose happy flight is highest into heaven,
Well may'st thou swoop so near me,
I should be thy prey, and forge thine eaglet.
Thou art gone, where the eye cannot follow thee,
But thine yet pierces downward, inward, or above,
With a persuading vision so beautiful.
How beautiful, is all this visible world!
How glorious, in action and itself!
But we, who name ourselves its sovereigns,
We half dust, half pollute, alike are unfit.
Rocking their alpine brethren, filling up,
The ripe green valleys with destruction's breath.
Damning the rivers with a sudden dash,
Which turned the waters into mist, and made,
The fountains die!
To sink or soar, with our mixed essence makes,
A conflict of its elements and breath.
The breath of degradation and of pride,
Contending with low, wants of lofty will,
Till our morality predominates,
And men are what they name not to themself,
A bodiless enjoyment, born and dying.

Afundar ou Voar

Cujo voo feliz é o mais alto no céu,
Bem podes mergulhar tão perto de mim,
Eu deveria ser tua presa, e forjar teu filhote.
Tu partiste, onde o olho não pode te seguir,
Mas o teu ainda penetra para baixo, para dentro, ou acima,
Com uma visão persuasiva tão linda.
Quão linda é toda esta mundo visível!
Quão glorioso, em ação e em si mesmo!
Mas nós, que nos chamamos de seus soberanos,
Somos metade poeira, metade poluição, igualmente inadequados.
Balançando seus irmãos alpinos, preenchendo,
Os vales verdes maduros com o sopro da destruição.
Condenando os rios com um golpe repentino,
Que transformou as águas em névoa, e fez,
As fontes morrerem!
Afundar ou voar, com nossa essência mista faz,
Um conflito de seus elementos e respiração.
A respiração da degradação e do orgulho,
Contendendo com baixos desejos de uma vontade elevada,
Até que nossa moralidade predomine,
E os homens sejam o que não se nomeiam,
Um prazer sem corpo, nascendo e morrendo.

Composição: