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Mais Uma Vez

Echo of Dalriada

Mégegyszer

Mégegyszer... (Once Again...)

Bús fejünket vad kõsziklák;
rejtögetik, lappontgatják.
Jártunk-keltünk eltakarja,
erdõk, berkek bús avarja.

Amerre bujdokol, erdõn-hegyen át,
Ne mossa le zápor a lába nyomát!
Avarba ne rejtse levéltakaró,
Szél el ne söpörje, ne födje be hó!

Amerre jár lovunk lába,
sír az erdõ minden fája,
bús árnyéka ráhulldogál,
a bujdosó katonákra.

Õrizze meg épen a sûrû vadon,
maradjon sugaras mindig az a nyom,
minden kis porszeme sértetlen álljon,
hogy az én kedvesem visszataláljon!

Sebeink nem szûnnek meg fájni, égni,
nem enyhültek, újulnak szenvedési.
Rég alva járunk, és némán vérzünk...
Hova tûnt régi dicsõségünk?
Ha mégegyszer, mégegyszer felvirradna,
szabadságunk lehanyatlott napja!
Hej, ha Te, jó Urunk, meghallgatnád
a Te bujdosóidnak dalát...

Mais Uma Vez

Mais uma vez... (Once Again...)

Nossas cabeças pesadas entre rochas brutas;
se escondem, nos sussurram.
Nossos passos são cobertos,
folhas secas da floresta nos encobrem.

Por onde quer que fuja, pela floresta e montanha,
que a chuva não lave as marcas dos meus pés!
Que não se esconda no mato, como um manto,
que o vento não leve, que a neve não cubra!

Por onde nosso cavalo passa,
a floresta chora por cada árvore,
sua sombra triste cai sobre
os soldados fugitivos.

Que a densa selva os proteja,
que aquele caminho sempre brilhe,
todos os grãos de poeira permaneçam intactos,
para que meu amor possa encontrar o caminho de volta!

Nossas feridas não param de doer, queimar,
não se acalmam, renovam-se as dores.
Andamos dormindo há muito tempo, e sangramos em silêncio...
Onde foi parar nossa antiga glória?
Se ao menos, mais uma vez, mais uma vez raiasse,
o dia do nosso declínio da liberdade!
Ei, se Tu, bom Senhor, ouvisse
a canção dos Teus fugitivos...