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Volta do Koelykoed

Edda

Koelykoed Voltam

Karodon vittél évekig,
Akaratod rabja voltam.
A vagyak bennem egyre nõttek,
Elfelejtem, hogy kölyköd voltam.

Hiaba hivnal megtört szivvel,
Elnyeltek a sûrû varosok.
A tûzfalakra irtam éjjel:
Engem ne varjatok!

Kölyköd voltam, véredbõl lettem.
Kölyköd voltam, nem értettél engem.
Emléked mégis fogva tart, el nem enged.
Rossz hold kelt föl, mikor a kölyköd lettem.
Rossz hold kelt föl.

A régi dolgok sorra elvonultak,
Percrõl-percre messzebb jutok.
Terheim hegyekké nõttek,
Áttörni rajtuk nem tudok.

Szarnyaira vett a vagy,
És nem mondhatok neked mast:
A reményt soha fel ne add!
Megveted még hideg agyamat.
Megveted még hideg agyamat.

Rossz hold kelt föl, mikor a kölyköd lettem.
Rossz hold kelt föl.
Rossz hold kelt föl, mikor a kölyköd lettem.
Rossz hold kelt föl.

Volta do Koelykoed

Karodon, anos se passaram,
Fui prisioneiro da sua vontade.
Os desejos dentro de mim só cresceram,
Esqueço que fui seu filhote.

Não adianta me chamar com o coração partido,
As cidades densas me engoliram.
Escrevi nas paredes à noite:
Não me esperem!

Fui seu filhote, nascido do seu sangue.
Fui seu filhote, você nunca me entendeu.
Sua memória ainda me prende, não me solta.
Uma lua ruim nasceu quando me tornei seu filhote.
Uma lua ruim nasceu.

As coisas antigas foram se afastando,
A cada minuto, me distancio mais.
Meus fardos cresceram como montanhas,
Não consigo romper essas barreiras.

A vontade me tomou sob suas asas,
E não posso te dizer outra coisa:
Nunca desista da esperança!
Você ainda despreza minha mente fria.
Você ainda despreza minha mente fria.

Uma lua ruim nasceu quando me tornei seu filhote.
Uma lua ruim nasceu.
Uma lua ruim nasceu quando me tornei seu filhote.
Uma lua ruim nasceu.

Composição: