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Sem Volta

Edda

Nincs Visszaut

Ez igy mar nem mehet, legyen mar vége!
Nem ezt igértétek.

Emberi életet sürgetõ vészjelek.
Gyorsan fogynak az érvek.

Babeli zûrzavar, sok minden eltakar,
Nincs mar sulya a szónak.

Az életünk döcög, a tettes jót röhög,
Te és én fizetünk mindent.

Végül is hadd mondjam el,
Amiben ugy hiszel,
Amitõl meghal a holnap.
Az uj nap sokat igért,
Vagy legalabb reményt,És az egész most hol van?

Ha nem élhetek egyszerûen, szabadon, szépen,
Ha most sem lehet ugy, ahogy érted és értem,
Hat szakadjon szét, szakadjon,Szakadjon szét minden!
Most minden!

Hanyszor meritek még, ami mar megtörtént,
Megtenni ujra és ujra?
Gõgös az arcotok, a falnak rohantok,
Nektek a hatalom a minden.
Milyen a fajdalom, milyen a szanalom,
Arról fogalmatok sincsen.
Ó, minden!

Sem Volta

Isso assim não dá mais, chega de uma vez!
Não foi isso que vocês prometeram.

Sinais de alerta que pedem por vidas humanas.
Os argumentos estão se esgotando.

Confusão de Babel, muita coisa encoberta,
A palavra já não tem peso.

Nossas vidas vão devagar, o culpado ri à toa,
Você e eu pagamos por tudo.

No fim das contas, deixa eu te contar,
No que você acredita,
O que faz o amanhã morrer.
O novo dia prometeu muito,
Ou pelo menos esperança, e onde está tudo isso agora?

Se não posso viver de forma simples, livre, bonita,
Se agora não pode ser como você entende e eu entendo,
Que tudo se quebre, que se quebre,
Que tudo se quebre agora!

Quantas vezes vocês ainda vão se atrever, o que já aconteceu,
A fazer de novo e de novo?
Seu rosto é arrogante, vocês estão batendo na parede,
Para vocês, o poder é tudo.
Como é a dor, como é a compaixão,
Vocês nem têm ideia.
Oh, tudo!

Composição: