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Círculo Maligno

Edda

OErdoegi Koer

Néha még ujra vagyom a multba,
Vagyom, de errõl te nem tudhatsz mar.
Érzem a bõröd, a vallamba körmöd
Belemélyeszted, nem baj, ha faj.

Nem segit rajtam senki se mar,
De hiaba minden, éjfélkor kezdem
Fény és sötét közt keresni õt.
A többiek csak nézik és nem is értik,
Mi történik velem, ördögi kör.

Amikor ujra latlak,
Amikor megkivanlak,
Nincs kérdés, a valasz mindig õ.

A sracok szóltak: a törvény a régi,
Kegyelemért ne alkudj senkivel!
Plane egy lannyal, aki dobott téged,
Ha ilyen vagy, közülünk menni kell.

Círculo Maligno

Às vezes ainda anseio pelo passado,
Anseio, mas você não pode saber disso mais.
Sinto sua pele, suas unhas na minha alma
Você cravou fundo, não tem problema se dói.

Ninguém mais me ajuda, já não tem mais ninguém,
Mas não importa, à meia-noite eu começo
A procurar por ela entre luz e escuridão.
Os outros só assistem e nem entendem,
O que está acontecendo comigo, círculo maligno.

Quando eu te vejo de novo,
Quando eu sinto sua falta,
Não há dúvida, a resposta é sempre ela.

Os caras disseram: a lei é antiga,
Não negocie por clemência com ninguém!
Ainda mais com uma garota que te deixou,
Se você for assim, tem que sair do nosso meio.

Composição: