É nessa pisada forrozeira
Que eu vou esparramando forró por aí
Na sincopada Gonzagueira
Boto o meu povo pra se divertir
É nessa pisada forrozeira meu bem
Que eu vou esparramando forró por aí
Nessa pisada Gonzagueira
Boto o meu povo pra se divertir
Cantarolando Forró, Pagode, Ciranda
Me lembro Jacinto faço um sincopado
Declamo um poema do Téo Azevedo
Pipoco um aboio pra turma do gado
E o forró pega fogo, pega fogo
E meu forró pega fogo, e incendeia o salão
E a praça também!
E o forró pega fogo, pega fogo
E meu forró pega fogo, e incendeia o salão
É nessa pisada forrozeira
Que eu vou esparramando forró por aí
Na sincopada Gonzagueira
Boto o meu povo pra se divertir
É nessa pisada forrozeira meu bem
Que eu vou esparramando forró por aí
Nessa pisada Gonzagueira
Boto o meu povo pra se divertir
E assim vara a noite com o povo dançando
Contemplo cantando a barra do dia
É o povo na dança e eu matutando
Parece que eu nasci pra fazer folia
E o meu forró pega fogo, pega fogo
E meu forró pega fogo, e incendeia o salão
E a praça também!
E o forró pega fogo, pega fogo
E meu forró pega fogo, e incendeia o salão
E assim vara a noite com o povo cantando
Contemplo cantando a barra do dia
É o povo na dança e eu matutando
Parece que eu nasci pra fazer folia
E o meu forró pega fogo, pega fogo
E meu forró pega fogo, e incendeia o salão
E a praça também!
E o forró pega fogo, pega fogo
E meu forró pega fogo, e incendeia o salão
E o forró pega fogo, pega fogo
E meu forró pega fogo, e incendeia o salão
E o forró pega fogo, pega fogo
E meu forró pega fogo, e incendeia o salão