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O Clamor da Meia-Noite

Edison Santos

Num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta
Porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis
E nós seremos transformados

Vai ser surpresa, vai ser dia de dor
Gritos de lamento, o mundo em pavor
Meu esposo sumiu, meu filho onde está?
O clima de festa não existe mais lá

Maranata, o Rei vem aí
A Igreja subiu, não está mais aqui
O céu se abriu, o encontro aconteceu
A noiva adorando o Cordeiro de Deus
Maranata, é a nossa vitória
Troquei o meu pranto por um manto de glória
A trombeta ecoou, o momento chegou
A Igreja subiu e com Cristo reinou

Jornais em alerta, a TV a anunciar
Só se ouve o choro e o triste lamentar
Minha mãe avisou, eu não quis escutar
Agora é tarde, para quem desabafar?

Jesus já voltou, Sua Igreja levou
O que era alegria em pranto se tornou
Ficou a tristeza, o vazio e a dor
Para quem desprezou o chamado do Senhor

O templo vazio, o banco deserto
O que era mistério, hoje é o certo
Quem era prudente, azeite guardou
Mas quem se distraiu, na porta bateu e não entrou

A Bíblia guardada não se pode mais ler
O Espírito Santo não se pode sentir
A graça findou, o céu se fechou
E a Igreja o seu Noivo enfim abraçou

Ele vem, a qualquer momento Ele vem
Não deixe para amanhã o que o hoje te avisa
A trombeta vai tocar
Você vai subir, ou vai ficar?
Maranata, ora vem Senhor Jesus

Composição: Edison Alves dos Santos