No
Ya me liberé
De las cadenas a las que me até
Por serte fiel
Por entregarte mi alma y mí libertad
Ya me envenené
Lo suficiente con tu desnudez
Con aguantar todo el horror
Que me hiciste soportar
Y soy yo… nadie más
La que dice que puede aguantar
La que puede seguir
Voy a sobrevivir…
Y me volveré a levantar
No quiero más de lo mismo
Creyendo que vas a reaccionar
No voy a ser la que llora y te espera sentada en el sofá
No quiero noches en vela
Pensando que vas a regresar
No voy a ser esa pieza del juego que nunca ganarás
No…
Ya me desperté
Del sueño absurdo que me hizo perder
La fe en mí
Dando por hecho que yo era para ti
Ya se lo que es ir al infierno en donde tu estás
Donde serás el rey de los que no saben llorar
Y soy yo… nadie más
La que dice que puede aguantar
La que puede seguir
Voy a sobrevivir…
Y me volveré a levantar
No… uh uh uh yeah…
Não
Já me libertei
Das correntes que me prendiam
Por ser fiel a você
Por entregar minha alma e minha liberdade
Já me envenenei
O suficiente com sua nudez
Com suportar todo o horror
Que você me fez passar
E sou eu… ninguém mais
A que diz que pode aguentar
A que pode seguir
Vou sobreviver…
E vou me levantar de novo
Não quero mais do mesmo
Acreditando que você vai reagir
Não vou ser a que chora e te espera sentada no sofá
Não quero noites em claro
Pensando que você vai voltar
Não vou ser essa peça do jogo que você nunca vai ganhar
Não…
Já acordei
Do sonho absurdo que me fez perder
A fé em mim
Achando que eu era sua
Já sei o que é ir ao inferno onde você está
Onde você será o rei dos que não sabem chorar
E sou eu… ninguém mais
A que diz que pode aguentar
A que pode seguir
Vou sobreviver…
E vou me levantar de novo
Não… uh uh uh é…
Composição: Natalia Jiménez