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Confessados

Ednita Nazario

Confesados

Las palabras
Al fin sólo son palabras
Se deshacen en el aire

Tus palabras siempre van tan complicadas
Tus acciones hablan más claro que el agua

No

Que prometiste
Que por un tiempo estarías solo
Que hay heridas muy recientes

Que no debes, no puedes, no
Que de ninguna manera
Pero niegame si puedes

Que cuando me acerco, de poco a poquito
Te pones nervioso
No digas que no, que no

Ay dejémonos
Ya de cuentos, estamos solitos

Dices que no es conveniente
Que no tiene sentido
Pero a este veneno no se le encuentra antídoto

Ven derrúmbate aquí a mi lado
Que nos cojan confesados

Me confieso, confieso si
Me está quemando igual que a ti
De que sirve dejarlo ahí?
Ducha fría y pa' fuera

No me malentiendas
Sólo peco de ser sincera

Hoy hay luna llena
Es tan puro y tan puro que

Que cuando me acerco, de poco a poquito
Te pones nervioso
No digas que no, que no

Ay dejémonos
Ya de cuentos, estamos solitos

Dices que no es conveniente
Que no tiene sentido
Pero a este veneno no se le encuentra antídoto

Ven derrúmbate aquí a mi lado
Que nos cojan confesados

Dime que no, que no lo sientes
Dile que no, que no, si puedes

Uuu, la la la la la, la la la la la
Uuu, la la la la la

Que cuando me acerco, de poco a poquito
Te pones nervioso
No digas que no, que no

Mira amor que ya para cuentos
Estamos grandecitos

Y sé que no es conveniente
Que no tiene sentido
Pero a este veneno no se le encuentra antídoto

Ay derrúmbate aquí a mi lado
Te sujetas de lo que encuentres

Ay amárrate aquí a mi lado
Que nos cojan confesados

Oooo, la la la la la la, mmmm

Confessados

As palavras
No fim, só são palavras
Se desfazem no ar

Suas palavras sempre são tão complicadas
Suas ações falam mais claro que água

Não

Que prometeu
Que por um tempo ficaria sozinho
Que há feridas muito recentes

Que você não deve, não pode, não
Que de jeito nenhum
Mas me negue se puder

Que quando me aproximo, devagarinho
Você fica nervoso
Não diga que não, que não

Ai, vamos parar
Com essas histórias, estamos sozinhos

Você diz que não é conveniente
Que não faz sentido
Mas a esse veneno não se encontra antídoto

Vem, desmorona aqui ao meu lado
Que nos peguem confessados

Eu me confesso, confesso sim
Está me queimando igual a você
De que adianta deixar assim?
Ducha fria e pra fora

Não me entenda mal
Só peco por ser sincera

Hoje tem lua cheia
É tão puro e tão puro que

Que quando me aproximo, devagarinho
Você fica nervoso
Não diga que não, que não

Ai, vamos parar
Com essas histórias, estamos sozinhos

Você diz que não é conveniente
Que não faz sentido
Mas a esse veneno não se encontra antídoto

Vem, desmorona aqui ao meu lado
Que nos peguem confessados

Diga que não, que não sente
Diga que não, que não, se puder

Uuu, lá lá lá lá lá, lá lá lá lá lá
Uuu, lá lá lá lá lá

Que quando me aproximo, devagarinho
Você fica nervoso
Não diga que não, que não

Olha amor, que já estamos grandes
Pra essas histórias

E sei que não é conveniente
Que não faz sentido
Mas a esse veneno não se encontra antídoto

Ai, desmorona aqui ao meu lado
Se segure no que encontrar

Ai, amarre-se aqui ao meu lado
Que nos peguem confessados

Oooo, lá lá lá lá lá, mmmm

Composição: Tommy Torres