No Me CoNViEnEs
Vuelve,
mi corazón ha hecho de mi
una lagrima de pena que se lleva la corriente,
¡ay! la corriente
y me muero por ti y de tu boca no me quiere.
Siempre estamos en balanza,
a ver quién es el más fuerte,
siempre que yo no te quiero,
siempre que tú no me quieres.
Dale tiempo al tiempo a ver quién gana la batalla,
nunca dos corazoncitos primos se han puesto las trabas,
y yo me muero por tu pelo
por esa clase de hechura y por tu color moreno.
El otro día en la calle,
pasa por mi casapuerta,
miraste, primo, pa dentro y mi pare se molesta.
Si no me quiere pa qué me busca, si mi persona ya te disgusta.
Por esas calles tan oscuras,
sin una estrella que me alumbra, ¡ay!,que a mi me alumbra,
sigo tus pasos,
¡ay!,rejas de bronce.
Al llegar a tu puerta de tu boquita no me conoce
y dices que ya no me quieres y dices que ya no me quieres
y si me pregunta a mí
digo que no me convienes.
Que no me quieres, me has dicho que no me quieres
Pero no me importa, porque tú no me convienes.
Você Não Me Convém
Volta,
meu coração se transformou em
uma lágrima de dor que a correnteza leva,
ai! a correnteza
e eu morro por você e da sua boca não sou querido.
Estamos sempre em balança,
pra ver quem é o mais forte,
sempre que eu não te quero,
sempre que você não me quer.
Dá tempo ao tempo pra ver quem ganha a batalha,
nunca dois coraçõezinhos primos se colocaram empecilho,
eu morro pelo seu cabelo
por esse jeito e pela sua cor morena.
Outro dia na rua,
passa pela porta da minha casa,
você olhou, primo, pra dentro e meu pai se irrita.
Se não me quer, pra que me procura, se a minha pessoa já te desagrada?
Por essas ruas tão escuras,
sem uma estrela que me ilumine, ai!, que me ilumina,
sigo seus passos,
ai!, grades de bronze.
Ao chegar na sua porta, da sua boquinha não sou conhecido
e você diz que já não me quer e diz que já não me quer
e se me pergunta,
digo que você não me convém.
Que não me quer, você me disse que não me quer
mas não me importa, porque você não me convém.