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Não Há Mal Que Dure Cem Anos

El Charrito Negro

No Hay Mal Que Dure Cien Años

No hay mal que dure cien años
Ni cuerpo que lo resista
Todo lo que nace muere
Ésa es la ley de la vida
No me preocupo por nada
Nadie nació pa semilla

Se dizque me andan buscando
Y dicen que es pa matarme
Uno se muere es el día
No cuando le advierte nadie
Cuando le toca, le toca
Sea aquí o en otros lugares

Por eso soy andariego
Pa olvidarme de pesares
Soy barco de cualquier puerto
No me le arrodillo a nadie
Me juego en cualquier gallera
Aquí o en otros lugares

Se dizque me andan buscando
Y dicen que es pa matarme
Uno se muere es el día
No cuando le advierte nadie
Cuando le toca, le toca
Sea aquí o en otros lugares

Por eso soy andariego
Pa olvidarme de pesares
Soy barco de cualquier puerto
No me le arrodillo a nadie
Me juego en cualquier gallera
Aquí o en otros lugares

Por eso soy andariego
Pa olvidarme de pesares
Soy barco de cualquier puerto
No me le arrodillo a nadie
Me juego en cualquier gallera
Aquí o en otros lugares

Não Há Mal Que Dure Cem Anos

Não há mal que dure cem anos
Nem corpo que aguente
Tudo que nasce morre
Essa é a lei da vida
Não me preocupo com nada
Ninguém nasceu pra ser semente

Dizem que tão me procurando
E falam que é pra me matar
A gente morre é no dia
Não quando avisam ninguém
Quando é pra ser, é pra ser
Aqui ou em outros lugares

Por isso sou andarilho
Pra esquecer os pesares
Sou barco de qualquer porto
Não me ajoelho pra ninguém
Me arrisco em qualquer briga
Aqui ou em outros lugares

Dizem que tão me procurando
E falam que é pra me matar
A gente morre é no dia
Não quando avisam ninguém
Quando é pra ser, é pra ser
Aqui ou em outros lugares

Por isso sou andarilho
Pra esquecer os pesares
Sou barco de qualquer porto
Não me ajoelho pra ninguém
Me arrisco em qualquer briga
Aqui ou em outros lugares

Por isso sou andarilho
Pra esquecer os pesares
Sou barco de qualquer porto
Não me ajoelho pra ninguém
Me arrisco em qualquer briga
Aqui ou em outros lugares

Composição: Antonio J. Hernández